PLANTAS TÓXICAS
Em algum grau, toda planta apresenta alguma toxicidade, mas a denominação plantas tóxicas se aplica àquelas cuja ingestão ou contato provoca sintomas de intoxicação. A intoxicação consiste em uma série de efeitos sintomáticos produzidos quando uma substância tóxica é ingerida ou entra em contato com a pele, olhos ou mucosas . Pela diversidade dessas plantas que vivem ao nosso redor, como plantas ornamentais nas residências, nos jardins e parques, cultivadas ou na sua forma silvestre. Deste modo, fica evidente o risco de intoxicação tanto para o homem como para os animais.
A importância do grupo das plantas tóxicas, não está somente nos riscos que possam causar, mas também dos benefícios que podem proporcionar , já que os princípios ativos são o que determina a ação de ambos os tipos, e há plantas medicinais que são tóxicas se ingeridas em excesso


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terça-feira, 7 de julho de 2009

BELADONA - Atropa belladona - Planta Tóxica - 34















Flor

Detalhe da flor

Planta com frutos

Frutos e flores

Frutos

Morfologia da planta


BELADONA
FAMÍLIA: Solonaceae
NOME CIENTÍFICO: Atropa belladona
NOME POPULAR: Belladona.
Curiosidade: as mulheres utilizavam extratos de Atropa nos olhos para dilatar as pupilas de modo a ficarem mais belas, denominou-a de belladonna (mulher bela). Atropa: baseando em “Atropos” que era, segundo a mitologia grega, a divindade responsável pela morte das pessoas.
PARTE TÓXICA:Todas as partes da planta (a raiz é a mais tóxica)
PRINCÍPIO ATIVO: Glicosídeo cardiotóxico
SINTOMATOLOGIA
A ingestão causa: Pele seca, quente e vermelha, principalmente no rosto; boca seca, dificultando a deglutição e articulação das palavras; sede intensa; febre; aumento da freqüência cardíaca; dilatação das pupilas; movimentos desordenados; agitação; alteração de comportamento, podendo ficar agressivo ;confusão mental e alucinações.
TRATAMENTO
Pronto atendimento: Administração de , via intravenosa, sob orientação médica. A pilocarpina é um eficiente antídoto contra envenenamentos por atropinas ou Belladonna,.
DESCRIÇÃO BOTÂNCIA
Arbusto perene, de 1,0 a 1,5m de altura, com raízes espessas pivotantes e caule ereto, ramoso e pubescente. Folhas alternas, curto-pecioladas, inteiras, membranosas, ovais, de ápice acuminado, verde-escuras e glabras na página superior, verdes mais claras e pubescentes na inferior. Flores pedunculadas, solitárias, pendentes, campanuladas, de coloração violácea na parte externa e amarelada no fundo da porção interna. Frutos bagas, quando maduras de cor preta brilhante, lembrando uma pequena cereja com cálice persistente.
As folhas encontram-se aos apres, (folhas geminadas) na parte superior dos ramos, sendo que cada par tem uma folha grande e outra menor, dispostas sempre do mesmo lado. As flores têm origem entre os pecíolos de duas folhas geminadas.
A folha fresca, quando machucada, apresenta odor desagradável que tende a desaparecer com a dessecação. O seu sabor é amargo.
ORIGEM
Originária do centro e sul da Europa e Ásia menor, não ocorre naturalmente no Brasil, reproduz-se por semente e estaca.

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