PLANTAS TÓXICAS
Em algum grau, toda planta apresenta alguma toxicidade, mas a denominação plantas tóxicas se aplica àquelas cuja ingestão ou contato provoca sintomas de intoxicação. A intoxicação consiste em uma série de efeitos sintomáticos produzidos quando uma substância tóxica é ingerida ou entra em contato com a pele, olhos ou mucosas . Pela diversidade dessas plantas que vivem ao nosso redor, como plantas ornamentais nas residências, nos jardins e parques, cultivadas ou na sua forma silvestre. Deste modo, fica evidente o risco de intoxicação tanto para o homem como para os animais.
A importância do grupo das plantas tóxicas, não está somente nos riscos que possam causar, mas também dos benefícios que podem proporcionar , já que os princípios ativos são o que determina a ação de ambos os tipos, e há plantas medicinais que são tóxicas se ingeridas em excesso


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segunda-feira, 22 de junho de 2009

PINHÃO ROXO - Jatropha curcas L-Plantas Tóxicas-12





PINHÃO ROXO
Família: Euphorbiaceae
Nome científico: Jatropha curcas L.
Nome popular: pinhão-de-purga, pinhão-de-cerca, purgante-de-cavalo, manduigaçu, figo-do-inferno. mamoninho
Parte tóxica: Folhas e frutos
Principio ativo: Ésteres de forbol
Sintomatologia:
Ingestão: A ingestão do fruto causa ação irritativa do trato gastrointestinal, dor abdominal, náuseas, vômitos, cólicas intensas, diarréia às vezes sanguinolenta.Hipotensão, dispnéia, arritmia, parada cardíaca. Evolução para desidratação grave, choque, distúrbios hidroeletrolíticos, torpor, hiporreflexia, coma. Pode ocorrer insuficiência renal.
Contato: O contato com o látex, pelos e espinhos, são irritante de pele e mucosas.
A ingestão do fruto causa náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, sangramento da musoca, dispnéia, arritmia e parada cardíaca. Apresentam atividades carcinogênicas e ação inflamatória.
Tratamento: Não existem antídotos específicos. Antiespasmódicos, antieméticos, eventualmente antidiarréicos. Correção precoce dos distúrbios hidroeletrolíticos
Lesões de pele: soluções antissépticas, analgésicos, anti-histamínicos. Casos graves: corticóides.
O tratamento tem sido sintomático e preventivo, a fim de se evitar complicações cardiovasculares, neurológicos e renais. A lavagem gástrica sempre deve ser tomada como medida preliminar.
Descrição: Arbusto com . 4m de altura, latescente. Folhas alternas, longo-pecioladas, cordiformes, levemente lobadas, com cinco lobos. Flores unissexuadas, pequenas, pentâmeras, amarelo-esverdeadas em panículas terminais ou axilares e com as flores masculinas ocupando as extremidades superiores dos ramos. Frutos cápsulas tricocas, coriáceas, lisas com três sementes lisas e escuras. Muitas vezes é cultivada como cerca viva.
Medicamento: Usados na medicina popular . As sementes, bem como o óleo retirado destas, são freqüentemente usadas como purgativo, no tratamento de afecções da pele, hidropisia, gota, paralisia e reumatismo, principalmente nos países tropicais (Gandhi et al.; 1995; Adolf et al., 1984, Scavone e Panizza, 1980).
Óleo lubrificante: A planta apresenta uma grande importância econômica. Seu óleo é empregado como lubrificante em motores a diesel e na fabricação de sabão e tinta (Scavone & panizza, 1980; Gandhi et al., 1995).
Origem: Regiões tropical

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