PLANTAS TÓXICAS
Em algum grau, toda planta apresenta alguma toxicidade, mas a denominação plantas tóxicas se aplica àquelas cuja ingestão ou contato provoca sintomas de intoxicação. A intoxicação consiste em uma série de efeitos sintomáticos produzidos quando uma substância tóxica é ingerida ou entra em contato com a pele, olhos ou mucosas . Pela diversidade dessas plantas que vivem ao nosso redor, como plantas ornamentais nas residências, nos jardins e parques, cultivadas ou na sua forma silvestre. Deste modo, fica evidente o risco de intoxicação tanto para o homem como para os animais. A importância do grupo das plantas tóxicas, não está somente nos riscos que possam causar, mas também dos benefícios que podem proporcionar , já que os princípios ativos são o que determina a ação de ambos os tipos, e há plantas medicinais que são tóxicas se ingeridas em excesso
ATENCÃO
AVISO IMPORTANTE
As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento e muito menos de diagnóstico. Consulte sempre um profissional da saúde nos locais aqui divulgados
PREVENÇÃO
1 - Mantenha as plantas venenosas fora do alcance das crianças e animais de estimação.
2 - Conheça as plantas venenosas existentes em sua casa e arredores pelo nome e características.
3 - Ensine as crianças a não colocar plantas na boca e não utilizá-las como brinquedos (fazer comidinhas, tirar leite, etc.).
4 - Não prepare remédios ou chás caseiros com plantas sem orientação médica.
5 - Não coma folhas, frutos e raízes desconhecidas. Lembre-se de que não há regras ou testes seguros para distinguir as plantas comestíveis das venenosas. Nem sempre o cozimento elimina a toxicidade da planta.
6 - Tome cuidado ao podar as plantas que liberam látex provocando irritação na pele e principalmente nos olhos; evite deixar os galhos em qualquer local onde possam vir a ser manuseados por crianças; quando estiver lidando com plantas venenosas use luvas e lave bem as mãos após esta atividade.
7 - Em caso de acidente, procure imediatamente orientação médica e guarde a planta para identificação.
8 - Em caso de dúvida ligue para o Centro de Intoxicação de sua região
LISTA DOS CENTROS DE ASSISTÊNCIA TOXICOLÓGICA Veja a relação por estados no final do blog. |
domingo, 5 de agosto de 2018
MAÇÃS - SEMENTES - Malus domestica Borkh - Planta toxica - 173
Rosaceae
NOME CIENTÍFICO
Malus domestica Borkh
NOME POPULAR
Maçã (macieira). As maçãs mais conhecidas e digeridas no Brasil são a Fuji, a gala, a red, a verde, a melrose e a variedade denominada Brasil
PARTE TOXICA
Sementes (somente)
PRINCIPIO ATIVO
Glicosídeo cianogênico : Amigdalina
ENVENENAMENTO
De acordo com o Centers for Disease Control and Prevention, 1-2 mg/kg é uma dose oral fatal de cianeto para um homem de 70 kg. Você precisaria mastigar e ingerir cerca de 200 sementes de maçã, ou cerca de 20 núcleos de maçã para receber uma dose fatal. As semente apresentam uma coloração escura e com sabor amargo.
No momento em que essas sementes trituradas entrarem em contato com enzimas gástricas, a amigdalina é degradada em cianeto de hidrogênio, interferindo no suprimento de oxigênio celular do organismo, podendo causar paralisia, insuficiência cardíaca e pulmonar, coma, podendo levar à morte.
Dessa forma, deve ficar claro, que a ingestão de algumas sementes sem mastigá-las não causa qualquer problema, pois a mesma é provida de uma forte camada exterior que é resistente aos sucos digestivos e será eliminada.
SINTOMAS
A ingestão de sementes acima estipulado , causará cansaço, falta de ar, fraqueza, taquicardia, aumento do ritmo respiratório, insuficiência cardíaca, acidose metabólica, agitação, confusão mental, convulsão, coma e morte.
Já em baixas doses, o cianeto pode causar sintomas desagradáveis. Estes, porém, não mortais. Alguns exemplos são náuseas, vômito, cólicas estomacais, tonturas, fraqueza, confusão mental e dores de cabeça.
Mecanismo de toxicidade do cianeto é um asfixiante químico; por meio da ligação ao citocromo oxidase celular, ele bloqueia a utilização aeróbia do oxigênio. O cianeto não ligado é detoxificado a tiocianato pelo metabolismo, um composto muito menos tóxico, que é excretado pela urina.
TRATAMENTO
Rápido atendimento com exames laboratoriais para detecção de tiocianatos na saliva ou cianeto no sangue e procedimentos médicos *Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina (atóxica). *Nitrito de Sódio 3% - 10ml EV (adultos), se neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C. *Hipossulfito de Sódio 25% - 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças). Dão origem a tiocianatos.O2. Hidroxicobalamina 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina (atóxica). Esvaziamento gástrico.
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
A macieira é uma frutífera típica de clima temperado, da família Rosaceae, com pequena exigência de frio, apresentando-se apta para produzir satisfatoriamente em condições de inverno brando. A árvore chega a 10 metros de altura. Possui tronco de casca parda, lisa e copa arredondada. As flores são brancas ou róseas, e aromáticas. Fruto globoso com uma profunda depressão no ponto de inserção da haste, que o prende aos ramos.e coloração vermelha ou verde, pode apresentar pequenas manchas esverdeadas ou amareladas
ORIGEM
Ásia Central e das regiões do Cáucaso. Da Europa foi trazida ao Brasil, aclimatou aos Estados do Sul.
Fontes:
https://www.doutornature.com/sementes-de-maca-venenosas/ http://fitomedicinapopular.blogspot.com/search/label/Ma%C3%A7%C3%A3%20-%20Malus%20domestica%20Borkh
http://www.saude.ufpr.br/portal/medtrab/wp-content/uploads/sites/25/2016/08/Manual-de-Toxicologia-Cl%C3%ADnica_pdf.pdf
Formatação: Helio Rubiales
sexta-feira, 3 de agosto de 2018
ECHIUM - Echium vulagare - Planta toxica - 172
Boraginaceae
NOME CIENTÍFICO
Echium vulgare
NOME POPULAR
Soagem Viperina
SINONÍMIA
PARTE TOXICA
Toda a planta
PRINCIPIO ATIVO
Alcaloides pizolirridina
SINTOMAS
Venenoso e causa Dermatites (folhas e pizolirridina: alcalóide tóxico quando isolado). ]
TRATAMENTO
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
A viperina (Echium vulgare) é uma erva anual ou bienal, da família das boragináceas, nativa da Europa. Possui folhas pubescentes e flores azuis em espigas escorpióides. Também é conhecida pelo nome de erva-viperina.
ORIGEM
Europa
Fontes
https://pt.wikipedia.org/wiki/Echium_vulgare
http://www.geocities.ws/farmaserver/toxicologia/apostila_toxicologia_geral_5_periodo.pdf
Formatação: Helio Rubiales
DAPHNE -Daphne spp - Planta Toxica - 171
Thymelaeaceae
NOME POPULAR
NOME CIENTÍFICO
Daphne spp.
SINONÍMIA
PARTE TOXICA
Toda as partes da planta, principalmente as bagas. Algumas espécies demonstraram conter uma toxina adicional, a mezereína.
PRINCIPIO ATIVO
Um glicosídeo daphnin , combinando a glicose com daphnetin
SINTOMAS
Os sintomas da ingestão incluem sensações de queimação e lesões da boca e do trato digestivo superior, gastroenterite e diarreia e, em casos graves, danos aos rins (nefrite), ritmo cardíaco irregular e coma
TRATAMENTO
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
Espécies Daphne são arbustos, com hastes verticais ou prostradas. As espécies verticais podem crescer até 1,5 m . Suas folhas são indivisas, em sua maioria arranjadas alternadamente , e têm pecíolos curtos (talos). As folhas tendem a se agrupar em direção ao final das hastes e são de formas diferentes, embora sempre mais longas do que largas. A superfície da folha pode ser lisa (glabra) ou peluda. Muitas espécies florescem no final do inverno ou no início da primavera. As flores são agrupadas em grupos (inflorescências), nas axilas das folhas em direção ao final das hastes ou formando cabeças terminais. As inflorescências não possuem brácteas. Flores individuais têm falta de pétalas e são formadas por quatro (raramente cinco) sépalas petaloides, tubulares na base com lóbulos livres no ápice. Eles variam em cor de branco, amarelo esverdeado ou amarelo para rosa e roxo. A maioria das espécies perenes tem flores esverdeadas, enquanto as espécies caducifólios tendem a ter flores rosa. Há duas vezes o número de estames como sépalas, geralmente oito, dispostos em duas séries. Estames ou têm filamentos curtos ou falta filamentos completamente e são normalmente mantidos dentro do tubo sépala. O estilo é curto ou ausente, e o estigma é em forma de cabeça. O ovário tem uma única câmara (locale). Os frutos são de uma semente e são ou carnudas ou secas e coriáceas (drupáceos ). Quando madura, a fruta é geralmente vermelha ou amarela, às vezes preta.
ORIGEM
Ásia, Europa e Norte da África.
Fonte:
https://en.wikipedia.org/wiki/Daphne_(plant)
Formatação; Helio Rubiales
RELAÇÃO DE PLANTAS TOXICAS
Toxic Plants (by common name)
Classe de toxicidade (terceira coluna na tabela abaixo)
- Maior toxicidade: estas plantas podem causar doenças graves ou morte. Se ingerido, ligue imediatamente para o Centro de Controle de Envenenamento - (0800-7226001) - ou seu médico.
- Toxicidade Menor: A ingestão dessas plantas pode causar doenças menores, como vômitos ou diarreia. Se ingerido, ligue para o Centro de Controle de Envenenamento ou o seu médico.
- Oxalatos: O suco ou seiva dessas plantas contém cristais de oxalato. Esses cristais em forma de agulha podem irritar a pele, a boca, a língua e a garganta, resultando em inchaço na garganta, dificuldades respiratórias, dor em queimação e desconforto estomacal. Ligue para o Centro de Controle de Intoxicações ou o seu médico se algum destes sintomas aparecerem após a ingestão de plantas.
- Dermatite: O suco, a seiva ou os espinhos dessas plantas podem causar uma erupção cutânea ou irritação. Lave a área afetada da pele com sabão e água logo que possível após o contato. As erupções cutâneas podem ser muito graves e dolorosas. Ligue para o Centro de Controle de Envenenamento ou o seu médico se os sintomas aparecerem após o contato com as plantas.
| NOME COMUM | NOME CIENTÍFICO | CLASSE DE TOXICIDADE |
| Achillea * | Achillea millefolium | 2,4 |
| Aconite (Acônito) * | Aconitum spp. | 1 |
| African boxwood (Buxa africana) | Myrsine africana | 2 |
| African lily (Lirio africano) | Agapanthus spp. | 2,4 |
| Agapanthus | Agapanthus spp. | 2,4 |
| Agave * | Agave spp. | 2,3,4 |
| Aglaonema (Café-de-salão) * | Aglaonema spp. | 3,4 |
| Ailanthus | Ailanthus altissima | 2,4 |
| Alder | Alnus spp. | 4 |
| Allium | Allium spp. | 2 |
| Almond (seeds) (Sementes de amêndoas) * | Prunus spp. | 1 |
| Alocasia * | Alocasia spp. | 3,4 |
| Alstroemeria | Alstroemeria spp. | 2,4 |
| Amaryllis * | Amaryllis belladonna | 2,4 |
| Amaryllis * | Hippeastrum spp. | 2 |
| Anemone (Anêmona) * | Anemone spp. | 2,4 |
| Angel's trumpet (Trombeta de anjo) * | Brugmansia spp. | 1 |
| Anthurium (Antúrio) * | Anthurium spp. | 3,4 |
| Apple (seeds) (Sementes de maçã) * | Malus spp. | 1 |
| Apricot (seeds) (Sementes de Apricot- Damasco) * | Prunus spp. | 1 |
| Aralia, Ming | Polyscias spp. | 2,4 |
| Arborvitae | Thuja spp. | 2,4 |
| Arrowhead plant (Planta de ponta de flecha) | Syngonium podophyllum | 3 |
| Arum * | Arum spp. | 3,4 |
| Ash (Cinza) | Fraxinus spp. | 4 |
| Asparagus, Garden | Asparagus officinalis | 4 |
| Asparagus, Sprenger | Asparagus densiflorus | 4 |
| Aster | Aster spp. | 4 |
| Aucuba, Japanese | Aucuba japonica | 2 |
| Autumn crocus (Açafrão do outono) | Colchicum autumnale | 1,4 |
| Azalea * | Rhododendron spp. | 1 |
| Baby's breath (Hálito de bebê) | Gypsophila paniculata | 4 |
| Balsam fir (Abeto de bálsamo) | Abies balsamea | 4 |
| Barberry (Berbéris) | Berberis spp. | 2,4 |
| Begonia * | Begonia spp. (some spp.) | 2,3 |
| Belladonna * | Atropa belladonna | 1 |
| Belladonna lily (Lírio) * | Amaryllis belladonna | 2,4 |
| Bermudagrass (Bermudas) | Cynodon dactylon | 4 |
| Birch tree (Árvore de vidoeiro) | Betula spp. | 2,4 |
| Bird-of-paradise shrub (Arbusto Ave-do-Paraíso) | Caesalpina gilliesii | 2 |
| Bishop's weed (Erva daninha Bispo) | Ammi majus | 4 |
| Bittersweet (Agridoce) | Celastrus scandens | 2 |
| Black calla (Calla preta) | Arum spp. | 3,4 |
| Black cherry (seeds) (Cereja preta sementes) | Prunus spp. | 1 |
| Black henbane (Henbane preto) * | Hyoscyamus niger | 1 |
| Black locust (seeds) (Gafanhoto preto sementes) | Robinia pseudoacacia | 1 |
| Black nightshade (Pretinha preta) * | Solanum spp. | 1 |
| Blanket flower Flor cobertor) | Gaillardia spp. | 4 |
| Bleeding heart (Coração sangrando) | Dicentra spp. | 4 |
| Blood lily (Lírio de sangue) | Haemanthus spp. | 2,4 |
| Blue gum (Goma azul) | Eucalyptus spp. | 2,4 |
| Boston ivy (Hera de Boston) | Parthenocissus spp. | 3,4 |
| Bottle tree (Árvore de garrafa) | Brachychiton populneus | 4 |
| Bougainvillea (thorns) (Espinhos) * | Bougainvillea spp. | 4 |
| Boxwood (Buxo) | Buxus sempervirens | 2,4 |
| Brazilian pepper tree (Árvore de pimenta brasileira) | Schinus terebinthifolius | 2,4 |
| Broom (Vassoura) | Cytisus spp. | 2 |
| Buckeye | Aesculus spp. | 2 |
| Buckthorn (Espinheiro) | Rhamnus spp. | 2,4 |
| Burning bush (Arbusto ardente) | Euonymus spp. | 2 |
| Bushman's poison (Veneno do bosquímano) * | Acokanthera spp. | 1 |
| Buttercup (Botão de ouro) | Ranunculus spp. | 2,4 |
| Butterfly weed (Erva borboleta) | Asclepias spp. | 2,4 |
| Cactus (thorns and sap) (Espinhos e seiva) | Cactus spp. | 4 |
| Cajeput tree (Árvore) | Melaleuca quinquenervia | 4 |
| Caladium | Caladium bicolor | 3,4 |
| California bay (Baia da California) | Umbellularia californica | 4 |
| California buckeye (Buckeye da California) | Aesculus spp. | 2 |
| California laurel (Louro da California) | Umbellularia californica | 4 |
| California pepper tree (Pimenta da California) | Schinus molle | 4 |
| Calla, Black (Calla preta) | Arum spp. | 3,4 |
| Calla lily (Lírio de Calla) | Zantedeschia aethiopica | 3,4 |
| Camphor tree (Árvore de cânfora) | Cinnamomum camphora | 2 |
| Candytuft, Evergreen | Iberis sempervirens | 4 |
| Cape plumbago (Plumbago do Cabo) | Plumbago auriculata | 4 |
| Cardinal flower (Flor cardinal) | Lobelia spp. | 1,4 |
| Carnation (Cravo) | Dianthus caryophyllus | 2,4 |
| Carolina jessamine (Jasmim-do-campo) * | Gelsemium sempervirens | 1,4 |
| Carolina laurel cherry (Carolina louro cereja) * | Prunus caroliniana | 1 |
| Castor bean (Mamona) * | Ricinus communis | 1 |
| Century plant (Planta do século) | Agave spp. | 2,3,4 |
| Cestrum * | Cestrum spp. | 1 |
| Chamomile (Camomila) | Chamaemelum nobile | 4 |
| Checkered lily (Lírio quadriculado) | Fritillaria meleagris | 1 |
| Chenille plant (Planta de chenille) | Acalypha spp. | 2,4 |
| Cherry (seeds) (Cereja sementes) | Prunus spp. | 1 |
| Chinaberry | Melia azedarach | 1 |
| Chinese evergreen | Aglaonema spp. | 3,4 |
| Chinese lantern (Lanterna chinesa) | Physalis spp. | 1 |
| Chinese tallow tree (Árvore de sebo chinesa) | Sapium sebiferum | 4 |
| Chokecherry - Cereja da Virginia * | Prunus virginiana | 1 |
| Christmas rose (Rosa de Natal) | Helleborus spp. | 1,4 |
| Chrysanthemum (Crisântemo) | Chrysanthemum spp. | 2,4 |
| Cineraria | Senecio hybridus | 2,4 |
| Clematis * | Clematis spp. | 2,4 |
| Climbing lily (Lírio de escalada) | Gloriosa spp. | 1 |
| Clivia * | Clivia spp. | 2,4 |
| Coast redwood | Sequoia sempervirens | 2,4 |
| Coffee plant (Cafeeiro) | Coffea arabica | 2 |
| Coffeeberry (Amora) | Rhamnus spp. | 2,4 |
| Columbine (Aquilégia) | Aquilegia spp. | 2 |
| Copperleaf | Acalypha spp. | 2,4 |
| Coral plant (Planta coral) | Jatropha spp. | 2,4 |
| Coral tree (Árvore coral) | Erythrina spp. | 1 |
| Coralberry | Symphoricarpos spp. | 2 |
| Cotoneaster * | Cotoneaster spp. | 2 |
| Crabapple (seeds) (Sementes) | Malus spp. | 1 |
| Creeping Charlie | Glechoma hederacea | 2 |
| Crinum lily (Lírio de Crinum) | Crinum spp. | 2,4 |
| Crocus, Autumn (Açafrão do Outono, do Prado) * | Colchicum autumnale | 1,4 |
| Croton * | Codiaeum variegatum | 2,4 |
| Crown of thorns (Coroa de espinhos) * | Euphorbia spp. | 2,4 |
| Cyclamen (Cíclame) * | Cyclamen spp. | 2,4 |
| Daffodil (bulb) (Narciso bulbo) | Narcissus spp. | 2,4 |
| Daisy (Margarida) | Chrysanthemum spp. | 2,4 |
| Daphne * | Daphne spp. | 1 |
| Deadly nightshade (Pretinha mortal) * | Atropa belladonna | 1 |
| Deadly nightshade (Pretinha mortal) * | Hyoscyamus niger | 1 |
| Deadly nightshade (Pretinha mortal -Maria-Pretinha) * | Solanum spp. | 1 |
| Death camas (Camas da morte) | Zigadenus spp. | 1 |
| Delphinium | Delphinium spp. | 1 |
| Desert bluebells (Campainhas do deserto) | Phacelia spp. | 4 |
| Dichondra | Dichondra micrantha | 4 |
| Dieffenbachia (Comigo-ninguém-pode) * | Dieffenbachia spp. | 3 |
| Dogwood (Corniso) | Cornus spp. | 4 |
| Dumb cane (Cana muda) | Dieffenbachia spp. | 3 |
| Dusty miller (Moleiro empoeirado) | Senecio spp. (some spp.) | 2,4 |
| Dutch iris (Iris holandesa) | Iris spp. | 2,4 |
| Echium * | Echium vulgare | 1,4 |
| Elderberry (ripe fruit is nontoxic) (Sabugueiro) * | Sambucus spp. | 1 |
| Elephant's ear (Orelha de elefante) * | Alocasia spp. | 3,4 |
| Elephant's ear (Orelha de elefante) | Colocasia spp. | 3,4 |
| Elephant's ear (Orelha de elefante) | Xanthosoma spp. | 3,4 |
| Elm tree (Olmo) | Ulmus spp. | 4 |
| English daisy (Margarida inglesa) | Bellis perennis | 4 |
| English ivy (Hera inglesa) | Hedera spp. | 2,4 |
| English laurel (Louro Inglês) | Prunus laurocerasus | 1 |
| English yew (seeds) (Teixo inglês - sementes) | Taxus baccata | 1 |
| Eucalyptus (Eucalipto) | Eucalyptus spp. | 2,4 |
| Euonymus | Euonymus spp. | 2 |
| Euphorbia | Euphorbia spp. | 2,4 |
| European mistletoe (Visco europeu) | Viscum album | 1 |
| Evergreen candytuft (Doces Evergreen) | Iberis sempervirens | 4 |
| False heather (Urze falsa) | Cuphea hyssopifolia | 4 |
| False Queen Anne's lace (Laço da falsa rainha Anne) | Ammi majus | 4 |
| Fescue (grass) (Festuca grama) | Festuca spp. | 4 |
| Fig - (Figo) | Ficus carica and Ficus spp. | 4 |
| Fig, Weeping (Figo chorando) | Ficus spp. | 4 |
| Fig, Fiddle-leaf (Figueira Folha de violino) | Ficus lyrata | 4 |
| Fiddle-leaf fig (Figo de folha de violino) | Ficus lyrata | 4 |
| Fir, Balsam (Abeto - bálsamo) | Abies balsamea | 4 |
| Firetail | Acalypha spp. | 2,4 |
| Firethorn | Pyracantha spp. | 2,4 |
| Fishtail palm (Palmeira rabo-de-peixe) | Caryota spp. | 3,4 |
| Flax (Linho) | Linum usitatissimum | 4 |
| Fleabane | Erigeron spp. | 4 |
| Flowering tobacco (Tabaco de floração) | Nicotiana glauca | 1 |
| Four-o'clock (Quatro horas) | Mirabilis jalapa | 2,4 |
| Foxglove (Dedaleira) * | Digitalis purpurea | 1 |
| Frangipani | Plumeria rubra | 4 |
| Garden asparagus (Aspargos de jardim) | Asparagus officinalis | 4 |
| Ginkgo | Ginkgo biloba | 4 |
| Gladiolus * | Gladiolus spp. | 2,4 |
| Glory lily (Lírio da Glória) | Gloriosa spp. | 1 |
| Goldenchain tree | Laburnum anagyroides | 2 |
| Gopher plant | Euphorbia spp. | 2,4 |
| Grape ivy (Hera) | Cissus rhombifolia | 4 |
| Grevillea | Grevillea spp. | 4 |
| Groundcherry | Physalis spp. | 1 |
| Ground ivy (Hera de chão) | Glechoma hederacea | 2 |
| Guernsey lily | Nerine spp. | 2,4 |
| Gum, Blue (Goma azul) | Eucalyptus spp. | 2,4 |
| Heart leaf (Folha de coração) | Philodendron spp. | 3,4 |
| Heather (Urze) | Calluna vulgaris | 1 |
| Heliotrope (Heliotrópio) | Heliotropum arborescens | 1 |
| Hellebore (Heléboro) | Helleborus spp. | 1,4 |
| Hemlock, Poison (Veneno) | Conium maculatum | 1 |
| Hemlock, Water (Cicuta - água) * | Cicuta spp. | 1 |
| Henbane, Black (Henbane preto) * | Hyoscyamus niger | 1 |
| Holly (berries) (Azevinho - bagas) | Ilex spp. | 2 |
| Hollyhock (Malva -rosa) | Alcea rosea | 4 |
| Honey bush (Arbusto de mel) | Melianthus spp. | 1 |
| Horsechestnut | Aesculus spp. | 2 |
| Hyacinth (Jacinto) * | Hyacinthus orientalis | 2,4 |
| Hydrangea (Hortência) * | Hydrangea spp. | 1,4 |
| Iceland poppy (Papoula da Islândia) | Papaver nudicaule | 3,4 |
| Indian currant (Groselha indiana) | Symphoricarpos spp. | 2 |
| Indian turnip (Nabo Indiano) | Arisaema triphyllum | 3,4 |
| Iris * | Iris spp. | 2,4 |
| Italian arum (Arum italiano) | Arum spp. | 3,4 |
| Ivy (Hera) | Hedera spp. | 2,4 |
| Ivy, Boston (Hera de Boston) | Parthenocissus spp. | 3,4 |
| Ivy, English (Hera Inglesa) | Hedera spp. | 2,4 |
| Ivy, Grape (Hera uva) | Cissus rhombifolia | 4 |
| Ivy, Ground (Hera de chão) | Glechoma hederacea | 2 |
| Jack-in-the-pulpit (Jack-no-púlpito) | Arisaema triphyllum | 3,4 |
| Jade plant (Planta Jade) | Crassula argentea | 2,4 |
| Japanese aucuba (Aucuba japonesa) | Aucuba japonica | 2 |
| Japanese pieris (Pieris japonês) | Pieris japonica | 1 |
| Japanese yew (seeds) (Teixo japonês-sementes) | Taxus spp. | 1 |
| Jatropha | Jatropha spp. | 2,4 |
| Jequirity bean (Feijão Jequirity) * | Abrus precatorius | 1 |
| Jerusalem cherry (Cereja de Jerusalem) | Solanum pseudocapsicum | 1 |
| Jessamine (Jasmim) * | Cestrum spp. | 1 |
| Jessamine, Carolina (Jasmim da Carolina) | Gelsemium sempervirens | 1,4 |
| Jimson weed (Estramônio) * | Brugmansia spp. | 1 |
| Jonquil (bulb) (Jonquil bulbo) | Narcissus spp. | 2,4 |
| Juniper (Zimbro) | Juniperus spp. | 2 |
| Kaffir lily (Lírio Kaffir) | Clivia spp. | 2,4 |
| Laburnum (Laburno) | Laburnum anagyroides | 2 |
| Lady slipper orchid (Orquídea de senhora) | Cypripedium spp. | 4 |
| Lantana | Lantana camara | 1 |
| Larkspur | Delphinium spp. | 1 |
| Laurel, California (Louro da California) | Umbellularia californica | 4 |
| Laurel cherry (Louro Cereja) * | Prunus caroliniana | 1 |
| Laurel, English (Louro Inglês) | Prunus laurocerasus | 1 |
| Laurel, Mountain (Louro da montanha) | Kalmia latifolia | 2 |
| Laurel, New Zealand (Louro da Nova Zelândia) | Corynocarpus laevigata | 2 |
| Lenten rose (Quaresma rosa) | Helleborus spp. | 1,4 |
| Ligustrum | Ligustrum spp. | 2,4 |
| Lily (Lírio) | Lilium spp. (some spp.) | 2,4 |
| Lily, African (Lírio africano) | Agapanthus spp. | 2,4 |
| Lily, Belladonna (Lírio Beladona) | Amaryllis belladonna | 2,4 |
| Lily, Blood (Lírio de sangue) | Haemanthus spp. | 2,4 |
| Lily, Calla (Lírio calla) | Zantedeschia aethiopica | 3,4 |
| Lily, Checkered (Lírio Xadrez) | Fritillaria meleagris | 1 |
| Lily, Climbing (Lírio escalando) | Gloriosa spp. | 1 |
| Lily, Crinum (Lírio Ceinum) | Crinum spp. | 2,4 |
| Lily, Glory (Lírio da Gloria) | Gloriosa spp. | 1 |
| Lily, Guernsey (Lírio Guernsey) | Nerine spp. | 2,4 |
| Lily, Kaffir (Lírio Kaffir) | Clivia spp. | 2,4 |
| Lily, Peruvian (Lírio Peruano) | Alstroemeria spp. | 2,4 |
| Lily, Peruvian (Lírio Peruano) | Lycoris spp. | 2 |
| Lily, Spider (Lírio aranha) | Hymenocallis spp. | 2,4 |
| Lily-of-the-Nile (Lírio-do-Nilo) | Agapanthus spp. | 2,4 |
| Lily-of-the-valley (Lírio do Vale) | Convallaria majalis | 1,4 |
| Lobelia * | Lobelia spp. | 1,4 |
| Locust, Black (seeds) (Gafanhoto preto-sementes) | Robinia pseudoacacia | 1 |
| Loquat (seeds) (Nêspera -sementes) | Eriobotrya japonica | 1 |
| Love-in-a-mist (Amor-em-uma-nevoa) | Nigella damascena | 2 |
| Love-lies-bleeding (Amor, mentira sangramentos) | Amaranthus caudatus | 1 |
| Lupine (Tremoço) | Lupinus spp. | 1 |
| Maidenhair tree | Ginkgo biloba | 4 |
| Maple (Bordo) | Acer spp. | 4 |
| Marguerite daisy (Marguerite margarida) | Chrysanthemum spp. | 2,4 |
| Marigold (Calêndula) | Tagetes spp. | 4 |
| Marsh marigold (calêndula do pântano) | Caltha palustris | 2 |
| May apple (Maçã de maio) | Podophyllum peltatum | 1 |
| Meadow saffron (Açafrão) | Colchicum autumnale | 1,4 |
| Milkweed * | Asclepias spp. | 2,4 |
| Ming aralia | Polyscias spp. | 2,4 |
| Mistletoe (Visco) | Phoradendron spp. | 2,4 |
| Mistletoe, European (Visco europeu) | Viscum album | 1 |
| Monkshood * | Aconitum spp. | 1 |
| Morning glory (seeds) (Glória da amanhã - sementes) | Ipomoea spp. | 1 |
| Moses-in-the-cradle (Moises-no-berço) | Rhoeo spathacea | 4 |
| Mountain laurel (Louro da Montanha) | Kalmia latifolia | 2 |
| Myoporum (Mióporo) | Myoporum laetum | 1 |
| Myrtle (Mirte) | Myrtus communis | 2 |
| Myrtle (Mirte) | Vinca spp. | 1 |
| Naked lady (Senhora nua) | Amaryllis belladonna | 2,4 |
| Narcissus (bulb) (Narcisos bulbo) | Narcissus spp. | 2,4 |
| Natal plum (Ameixa de Natal) | Carissa macrocarpa | 2 |
| Nectarine (seeds) (Nectarina-sementes) | Prunus spp. | 1 |
| Nephthytis | Syngonium podophyllum | 3 |
| Nerine | Nerine spp. | 2,4 |
| Nettles, Stinging (Urtiga) | Urtica spp. | 4 |
| New Zealand laurel Louro da Nova Zelândia) | Corynocarpus laevigata | 2 |
| Night-blooming jessamine * (Jasmim florescendo da noite) | Cestrum spp. | 1 |
| Nightshade, Deadly (Erva-moura-mortal) * | Atropa belladonna | 1 |
| Nightshade, Deadly (Erva-moura mortal) * | Hyoscyamus niger | 1 |
| Nightshade, Black or Deadly (Erva-moura-preta mortal) | Solanum spp. | 1 |
| Oak tree (acorns) (Carvalho-bolotas) | Quercus spp. | 2,4 |
| Oleander (Oleandro) | Nerium oleander | 1,4 |
| Oleander, Yellow (Oleandro-amarelo) | Thevetia peruviana | 1,4 |
| Onion, Wild (Cebola selvagem) | Allium spp. | 2 |
| Ornithogalum | Ornithogalum spp. | 1 |
| Pampas grass (Grama dos Pampas) | Cortaderia selloana | 1 |
| Pansy (seeds) (Amor-perfeito sementes) | Viola spp. | 2 |
| Pasque flower (Flor da Pascoa) | Anemone spp. | 2,4 |
| Peach (seeds) (Pêssegos-sementes) | Prunus spp. | 1 |
| Pear (seeds) (Pera -sementes) | Pyrus spp. | 1 |
| Pencil tree (Árvore de lápis) | Euphorbia spp. | 2,4 |
| Pepper tree, Brazilian (Árvore de pimenta brasileira) | Schinus terebinthifolius | 2,4 |
| Pepper tree, California (Árvore de pimenta da California) | Schinus molle | 4 |
| Periwinkle (Pervinca) | Vinca spp. | 1 |
| Peruvian lily (Lírio Peruano) | Alstroemeria spp. | 2,4 |
| Peruvian scilla (Scilla Peruano) | Scilla spp. | 1 |
| Philodendron | Philodendron spp. | 3,4 |
| Philodendron, Split-leaf (Folha) (Costela de Adão) * | Monstera deliciosa | 3,4 |
| Pieris, Japanese (Pieris japonês) | Pieris japonica | 1 |
| Pineapple (Abacaxi) | Ananas comosus | 4 |
| Pink (Rosa) | Dianthus spp. | 2,4 |
| Pittosporum | Pittosporum spp. | 1 |
| Plum (seeds) (Ameixa-sementes) | Prunus spp. | 1 |
| Plumbago, Cape (Plumbago cabo) | Plumbago auriculata | 4 |
| Plumeria | Plumeria rubra | 4 |
| Poinciana | Caesalpina gilliesii | 2 |
| Poinsettia (Poinséttia) | Euphorbia spp. | 2,4 |
| Poison hemlock (Cicuta venenosa) | Conium maculatum | 1 |
| Poison oak (Carvalho venenoso) | Toxicodendron diversilobum | 4 |
| Pokeweed | Phytolacca americana | 2 |
| Poppy (Papoula) | Papaver spp. | 2,4 |
| Poppy, Iceland (Papoula da Islândia) | Papaver nudicaule | 3,4 |
| Potato plant (green parts) * (Planta batata-partes verdes) | Solanum tuberosum | 1 |
| Pothos | Epipremnum aureum | 3,4 |
| Pregnant onion (Cebola grávida) | Ornithogalum spp. | 1 |
| Primrose (Primula) * | Primula spp. | 4 |
| Primula * | Primula spp. | 4 |
| Privet | Ligustrum spp. | 2,4 |
| Pyracantha | Pyracantha spp. | 2,4 |
| Queen Anne's lace (Rendas da rainha Anne) | Daucus carota | 4 |
| Queen Anne's lace, False (Laço falso da rainha Anne) | Ammi majus | 4 |
| Ranunculus | Ranunculus spp. | 2,4 |
| Redwood, Coast (Sequoia) | Sequoia sempervirens | 2,4 |
| Rhododendron | Rhododendron spp. | 1 |
| Rhubarb (leaves) (Ruibarbo - folhas) | Rheum rhabarbarum | 3 |
| Rosary bean (Rosário de feijão) * | Abrus precatorius | 1 |
| Rosary pea (Rosário-de-ervilha) * | Abrus precatorius | 1 |
| Rubber plant (Planta de borracha) | Ficus elastica | 4 |
| Rue (Arruda) * | Ruta graveolens | 4 |
| Sagebrush * | Artemisia spp. | 4 |
| Sago palm (Palma de Sagu)* | Cycas revoluta | 2 |
| Scarlet pimpernel (Pimpinela escarlate) | Anagallis arvensis | 2,4 |
| Schefflera * | Schefflera actinophylla | 2,4 |
| Scotch broom (Vassoura escocesa) | Cytisus spp. | 2 |
| Shasta daisy | Chrysanthemum maximum | 2,4 |
| Silk oak (Carvalho de seda) | Grevillea spp. | 4 |
| Skunk cabbage (Repolho gambá) | Veratrum spp. | 2 |
| Smoke bush (Arbusto de fumo) | Cotinus coggygria | 4 |
| Snake plant (Planta de cobra) | Sansevieria spp. | 2,4 |
| Snakeshead (Cabeça de cobra | Fritillaria meleagris | 1 |
| Snow-on-the-mountain (Neve-na-montanha) | Euphorbia spp. | 2,4 |
| Snowberry (Baga de neve) | Symphoricarpos spp. | 2 |
| Snowdrop (Neve solta) | Galanthus spp. | 2,4 |
| Snowflake (Flocos de neve) | Leucojum spp. | 2,4 |
| Spathiphyllum | Spathiphyllum spp. | 3,4 |
| Spider lily (Lírio aranha) | Lycoris spp. | 2 |
| Spider lily (Lírio aranha) | Hymenocallis spp. | 2,4 |
| Split-leaf philodendron *(Filodendro-de-folha-dividida) | Monstera deliciosa | 3,4 |
| Sprenger asparagus | Asparagus densiflorus | 4 |
| Squill (Cila) | Scilla spp. | 1 |
| St. Johnswort (Erva-de-S.João) * | Hypericum calycinum | 1,4 |
| Star-of-Bethelehem (Estrela de Belém) | Ornithogalum spp. | 1 |
| Stinging nettles (Urtiga) | Urtica spp. | 4 |
| String of beads (Corda de contas) | Senecio spp. (some spp.) | 2,4 |
| Sweet pea (seeds) (Ervilha-doce sementes) | Lathyrus odoratus | 2 |
| Sweet William (Doce William) | Dianthus barbatus | 2,4 |
| Tansy | Tanacetum spp. | 4 |
| Taro (Tarô) | Colocasia esculenta | 3,4 |
| Tassel flower (Flor de borla) | Amaranthus caudatus | 1 |
| Tomato (non-fruit parts) (Tomate sem os frutos) * | Lycopersicon esculentum | 1,4 |
| Toyon | Heteromeles arbutifolia | 1 |
| Tree-of-heaven (Árvore-do-céu) | Ailanthus altissima | 2,4 |
| Tree tobacco (Árvore de tabaco) | Nicotiana glauca | 1 |
| Trumpet creeper (Trepadeira trombeta)) | Campsis radicans | 4 |
| Trumpet vine (Videira trombeta) | Campsis radicans | 4 |
| Tuberose (Tuberosa) | Polianthes tuberosa | 2 |
| Tulip (bulb) (Tulipa-bulbo) | Tulipa spp. | 2,4 |
| Umbrella plant (Planta-guarda-chuva) | Cyperus alternifolius | 2 |
| Umbrella tree (Árvore guarda-chuva) * | Schefflera actinophylla | 2,4 |
| Vinca * | Vinca spp. | 1 |
| Violet (seeds) (Violeta - sementes) * | Viola spp. | 2 |
| Virginia creeper (Rastejadora de Virginia) | Parthenocissus spp. | 3,4 |
| Walnut (Noz) | Juglans spp. | 4 |
| Wandering jew (Judeu errante) | Tradescantia spp. | 4 |
| Water hemlock (Cicuta de água) * | Cicuta spp. | 1 |
| Weeping fig (Figueira chorona) | Ficus spp. | 4 |
| Wild onion (Cebola selvagem) | Allium spp. | 2 |
| Windflower (Anêmona) * | Anemone spp. | 2,4 |
| Wintersweet (Doce de inverno) | Acokanthera spp. | 1 |
| Wisteria | Wisteria spp. | 2 |
| Wormwood (Absinto) * | Artemisia spp. | 4 |
| Yarrow (Milefólio) * | Achillea millefolium | 2,4 |
| Yew, English (seeds) (Teixo Inglês-sementes) * | Taxus baccata | 1 |
| Yew, Japanese (seeds) (Teixo japonês-sementes) * | Taxus spp. | 1 |
| Yew pine (Pinho de teixo) | Podocarpus macrophyllus | 2 |
* Postadas neste site, procurar no índice.
Fonte:
Formatação: Helio Rubiales
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
JURUBEBA-DO-PARÁ - Solanum mammosum L - Planta toxica - 170
FAMÍLIA
Solanaceae
NOME CIENTÍFICO
Solanum mammosum L.
SINONÍMIA
NOME POPULAR
Vaquinha, teta-de-vaca, maminha-de-vaca, peito-de-moça, jurubeba-do-pará, juá-bravo, berinjela-de-cinco-dedos, cara-de-raposa
PARTE TÓXICA
Frutos
PRINCÍPIO ATIVO
Alcalóides indólicos
Toxicidade do glicoalcalóide esteroidal.
SINTOMATOLOGIA
Os glicoalcalóides parecem ter três ações tóxicas no organismo humano: uma sobre a butirilcolinesterase e a acetilcolinesterase, afetando o sistema nervoso central e considerada responsável por vários dos sintomas neurológicos observados após ingestão de glicoalcalóides; outra sobre as membranas celulares, causando ruptura das membranas do trato-gastrointestinal com danos hemolíticos e hemorrágicos e excesso de fluido nas cavidades corpóreas; e ainda induzem as enzimas hepáticas provocando hepatotoxicidade.
TRATAMENTO
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
A planta tem folhas simples e finas que ocorrem em padrões alternados de ramificação com venação proeminente. Espinhos peludos cobrem o caule e ramos da planta. A inflorescência contém cinco a oito botões alongados roxos. A fruta é do tipo berry, e tem a pele amarela cerosa com sementes marrom-avermelhadas. A planta é propagada pela distribuição de sementes.Solanum mammosum é comumente conhecido como nipplefruit, cabeça de raposa, úbere de vaca ou maçã de Sodoma, é uma fruta tropical Panamericana não comestível. A planta é cultivada para fins ornamentais, em parte por causa da extremidade distal da semelhança da fruta com uma mama humana, enquanto a extremidade proximal se parece com o úbere de uma vaca. É anual na família Solanaceae, e parte do gênero Solanum, tornando a planta parente da berinjela, tomate e batata. Esta fruta venenosa
ORIGEM
América do Sul, mas foi naturalizada no sul do México, nas Grandes Antilhas, na América Central e no Caribe.
Fontes
https://paginas.fe.up.pt/~ee01100/solanina/toxicidade.html http://www.ppmac.org/sites/default/files/plantas_toxicas.pdf https://en.wikipedia.org/wiki/Solanum_mammosum
Formatação: Helio Rubiales
LANÇA-DE-SÃO-JORGE - Sansevieria cylindrica - Planta tóxica -169

Asparagaceae
NOME CIENTÍFICO
Sansevieria cylindrica
NOME POPULAR
Lança-de-são-jorge, Lança, Espada
SINONÍMIA
Acyntha cylindrica, Cordyline cylindrica, Sansevieria angolensis
PARTE TOXICA
Toda a planta
PRINCIPIO ATIVO
Cristais de oxalato de cálcio e outros ácidos orgânicos
SINTOMAS
Inchaços na boca que podem evoluir a distúrbios respiratórios, dor e queimação, dificuldade para engolir, náuseas e vômitos, cólicas abdominais e fraqueza muscular. Casos mais graves: necrose tubular renal com diminuição da produção da urina, elevação dos níveis de ureia no sangue e distúrbios hidroeletrolíticos. A seiva em contato com a pele pode provocar irritação, vermelhidão, edema e dor. Nos olhos produz conjuntivite e lacrimejamento, podendo ocorrer hemorragia conjuntival.
TRATAMENTO
Sintomática e de suporte
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
A lança-de-são-jorge é uma planta herbácea, rizomatosa e suculenta, que por suas características esculturais e sua rusticidade, torna-se uma planta ornamental de interior por excelência. Suas folhas crescem em forma de leque, em rosetas basais. Elas são cilíndricas, eretas, rígidas e lisas, de cor verde-escura a acinzentadas com raias verde-claras. O florescimento ocorre uma vez ao ano, na primavera. As inflorescências surgem da base da planta, são longas e possuem efeito ornamental secundário. Elas contém numerosas flores tubulares, fugazes, de cor branca rosada e muito perfumadas.
ORIGEM
África, Angola
Fontes
https://www.jardineiro.net/plantas/lanca-de-sao-jorge-sansevieria-cylindrica.html
http://www2.baraodemaua.br/enic_anais/edicoes/2016/trabalhos2016/ENIC-2016-INGRID-MARISE-VIEIRA.pdf
Formtação: Helio Rubiales
LIRIO AMARELO - Hemerocallis flava L.- Planta toxica - 168
Liliaceae
NOME CIENTÍFICO
Hemerocallis flava L.
Lírio; Lírio-de-um-dia; Lírio -amarelo, Lírio-de-são-josé; Hemerocalis; Hemerocale
SINONÍMIA
PARTE TOXICA
Flores: polens
PRINCIPIO ATIVO
Alérgeno (pólen), alcalóides amarilidáceos (bulbo germinativo)
SINTOMAS
Pólen: Reações de hipersensibilidade alérgica, ataques de espirros, prurido nasal, conjuntivite. Pode levar a asma e causa complicações como sinusite inflamatória e bronquite; Bulbo: Ingestão: Degeneração hepática, falha renal.
TRATAMENTO
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
Herbácea rizomatosa, perene, acaule, com 40 a 60 cm de altura. Inflorescências amarelas, com poucas flores. Formam-se em grande parte do ano, principalmente no verão. É cultivado com freqüência com Hemerocallis fulva L. cujas flores são alaranjadas. Atualmente um grande número de variedades híbridas está reunido sob o nome Hemerocallis hybrida Hort. de flores em tons variados de amarelo, alaranjado, marrom e rosa.
ORIGEM
Europa e Ásia.
Fonte:
http://www.cultivando.com.br/lirio-hemerocallis-flava-l/ http://www2.baraodemaua.br/enic_anais/edicoes/2016/trabalhos2016/ENIC-2016-INGRID-MARISE-VIEIRA.pdf
Formatação: Helio Rubiales
terça-feira, 31 de julho de 2018
ZAMIOCULCAS - Zamioculcas zamiifolia - Planta toxica - 167
FAMILIA
Araceae
NOME CIENTÍFICO
Zamioculcas zamiifolia
NOME POPULAR
Zamioculcas, Zamioculca , ZZ
SINONÍMIA
PARTE TOXICA
Todas as partes da planta
PRINCIPIO ATIVO
Oxalato de Cálcio
SINTOMAS
Irritações na pele, e quando ingerida, sufocação
TRATAMENTO
Sintomáticos e de suporte
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
A zamioculcas é uma folhagem ornamental, popular pela rusticidade e beleza, principalmente quando utilizada em interiores e outros locais de baixa luminosidade natural. Sua textura é herbácea, com folhas muito brilhantes, glabras, pinadas e de cor verde-escura, que chegam a um metro de altura. Suas folhas são semelhantes às de Zamia, uma cicadácea, o que lhe rendeu o nome científico. Apesar da semelhança, a zamioculca pertence à família das Aráceas, a mesma de caládios, copos-de-leite e antúrios. Apresenta um rizoma subterrâneo suculento, semelhante a uma batata, que permite sua sobrevivência em períodos secos. A inflorescência é do tipo espádice, com espata de cor branca a creme, parcialmente escondida entre as bases das folhas. A floração ocorre geralmente no verão ou início do outono.
ORIGEM
África
Fontes:
http://www2.baraodemaua.br/enic_anais/edicoes/2016/trabalhos2016/ENIC-2016-INGRID-MARISE-VIEIRA.pdf
https://www.jardineiro.net/plantas/zamioculcas-zamioculcas-zamiifolia.html
Formatação: Helio Rubiales
segunda-feira, 30 de julho de 2018
CAFÉ-DE-SALÃO - Aglaonema spp - Planta tóxica - 166
Araceae
NOME CIENTÍFICO
Aglaonema spp
NOME POPULAR
Aglaonema, Café-de-salão, Falso-café-de-salão
SINONÍMIA
PARTE TOXICA
Toda a planta
PRINCIPIO ATIVO
Oxalato de Cálcio e saponinas
SINTOMAS
Ardor e inchaço na boca, lábios e garganta, edema de glote, asfixia, náuseas, salivação, Café-de-salão-dourado vômitos, diarreia. Em contato com os olhos pode causar edema e congestão da mucosa ocular e pálpebras.
TRATAMENTO
Sintomático e de suporte
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
Aglaonema é um gênero com cerca de 50 espécies e diversas variedades, muito cultivadas em ambientes internos. As aglaonemas apresentam textura herbácea e são pequenas, com altura variando entre 20 a 150 cm. Elas apresentam folhas grandes, coriáceas, glabras, espessas, geralmente verdes, mas de tonalidades e padrões de manchas diversas. Suas inflorescências são axilares, com espata e espádice de coloração branca ou branca-esverdeada e têm pouca importância ornamental. Os frutos em geral avermelhados podem ser decorativos em muitas espécies. Sua folhagem exuberante e tropical é mais ou menos compacta, de acordo com a cultivar.
ORIGEM
Ásia, Filipinas, Oceania
Fontes:
https://www.jardineiro.net/plantas/aglaonema-aglaonema-sp.html
http://www2.baraodemaua.br/enic_anais/edicoes/2016/trabalhos2016/ENIC-2016-INGRID-MARISE-VIEIRA.pdf
Formatação: Helio Rubiales
domingo, 29 de julho de 2018
CASTANHEIRO-DA-INDIA - Aesculus hippocastanum - Planta toxica - 165
Hippocastanaceae
NOME CIENTÍFICO
Aesculus hippocastanum
NOME POPULAR
Castanheiro-da-Índia, castanheiro-da-Índia-de-flores-esbranquiçadas, castanha-de-cavalo, falso-castanheiro
SINONÍMIA
PARTE TOXICA
Cascas e sementes
PRINCIPIO ATIVO
Triterpeno saponinas [esculina], flavonoides. cumarina (da casca), saponina, antocianina (no revestimento da castanha)
SINTOMAS
Uma única semente pode causar gastrenterite. Grandes quantidades podem causar ataxia, gastrenterite, depressão do SNC e paralisia.
TRATAMENTO
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
O castanheiro-da-índia (Aesculus hippocastanum) é uma árvore robusta até 25 metros de altura, com copa enorme e abobadada. O seu fruto designa-se como castanha-da-índia, e é usado pela medicina popular contra problemas de circulação sanguínea. Ritidoma fissurado em grandes placas destacáveis. Folhas com 5-7 folíolos. Folíolos obovados, acunheados na base, duplamente serrados, glabros por cima, tomentosos por baixo. Flores em panículos cilíndricas ou cônicas. Fruto espinhoso, globoso, com uma só semente arredondada ou com 2-3 achatadas.
ORIGEM
Asia Ocidental
Fonte
http://www.saude.ufpr.br/portal/medtrab/wp-content/uploads/sites/25/2016/08/Manual-de-Toxicologia-Cl%C3%ADnica_pdf.pdf
http://serralves.ubiprism.pt/species/show/829
https://pt.wikipedia.org/wiki/Castanheiro-da-%C3%ADndia
Formatação: Helio Rubiales
sexta-feira, 27 de julho de 2018
PINGO-DE-OURO - Duranta erecta - Planta Toxica - 164
Verbenaceae
NOME CIENTÍFICO
Duranta erecta aurea
NOME POPULAR
Pingo-de-ouro, Duranta, Violeteira, Violeteira-dourada
SINONÍMIA
PARTE TOXICA
Frutos
PRINCIPIO ATIVO
Esteroide e Saponinas triterpênicas.
SINTOMAS
A ingestão dos frutos poderá causar febre, sono, dilatação da pupila, taquicardia, inchaço da boca e olhos, convulsões e desarranjo gastrointestinais
TRATAMENTO
Sintomático
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
Este arbusto de folhas douradas surgiu através de uma mutação da violeteira. Sua popularização foi um verdadeiro fenômeno no paisagismo brasileiro. O pingo-de-ouro, ao contrário de outros arbustos tradicionais, tem um crescimento muito rápido, o que aliado à sua cor amarelo vibrante, foram os grandes responsáveis pela sua larga utilização. É uma planta excelente para topiaria, principalmente para os iniciantes. Além disso presta-se como bordadura, cerca viva, renque e até mesmo para a formação de bonsai. Não é indicada para jardins de baixa manutenção, pois exige podas mais freqüentes que outros arbustos. Quando não podado produz pequenas flores arroxeadas, róseas ou brancas e frutos esféricos, pequenos e amarelos, além disso suas folhas perdem um pouco a tonalidade dourada.
ORIGEM
Américas do Sul, Brasil
Fontes
https://www.jardineiro.net/plantas/pingo-de-ouro-duranta-erecta-aurea.html http://revistaea.org/artigo.php?idartigo=2014 http://www2.baraodemaua.br/enic_anais/edicoes/2016/trabalhos2016/ENIC-2016-INGRID-MARISE-VIEIRA.pdf
Formatação: Helio Rubiales
SABUGUEIRO - Sambucus nigra - Planta toxica - 163
Adoxaceae
NOME CIENTÍFICO
Sambucus nigra
NOME POPULAR
Sabugueiro, sabugueirinho
SINONÍMIA
PARTE TOXICA
Folhas, ramos, galhos, sementes e raízes
PRINCIPIO ATIVO
Glicosídeo de cianeto
Glicosídeo que dá origem a cianeto quando processado pelo metabolismo
SINTOMAS
A ingestão de uma das partes citadas poderá causar dispneia, cianose, fraqueza, convulsão, coma e colapso cardiovascular. Os sintomas podem ser atrasados em 3-4 h ou mais, pois o glicosídeo é hidrolisado, formando cianeto no intestino
Alteração da postura (desequlíbrio);cabeça baixa;apatia; taquicardia; dispnéia; pulso negativo; poliúria. Evolução dos sintomas para contração espasmódica da musculatura dos membros e pescoço, culminando em queda brusca e permanência em decúbito lateral Os sintomas podem aparecer de 3 a 5 minutos após ingestão da planta, podendo regredir entre 6 a 8 minutos ou evoluir até o óbito em 3 a 5 horas.
TRATAMENTO
Pronto atendimento. Exames laboratoriais para detecção de tiocianatos na saliva ou cianeto no sangue.Nitrito de Amila por via inalatória 30seg a cada 2min: formação de cianometahemoglobina (atóxica).Nitrito de Sódio 3% - 10ml EV (adultos), se neces. tratar com Azul de Metileno + Vit C.Hipossulfito de Sódio 25% - 25 a 50ml EV (adultos), 1ml/Kg (crianças). Dão origem a tiocianatos.O2.Hidroxicobalamina 15000mcg EV-formação de ciano-Cobalamina (atóxica). Esvaziamento gástrico.
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
O sabugueiro é um arbusto ou pequena árvore, com até 11-14 metros de altura, com ramificação profusa e ramos muitas vezes arqueados e alastrando horizontalmente. O ritidoma (casca) é castanho-acinzentado e pontilhado com lenticelas que formam poros elevados, de coloração mais clara, preenchidos com um material filamentoso semelhante a uma espuma esbranquiçada. O tronco e os ramos mais grossos apresentam o ritidoma com coloração cinzento-acastanhada e aspecto suberoso, sulcados longitudinalmente. A espécie desenvolve raízes superficiais, com sistema radicular extensa. As folhas são opostas, com cerca de 12 centímetros de comprimento, pinadas com um número ímpar de folíolos. Os folíolos individuais (geralmente em número de 5 ou 7) apresentam cerca de 30 centímetros de comprimento e são elípticos e com o bordo serrado. A folhagem desenvolve-se por volta de Março-Abril. Entre Maio e Julho surgem nos ramos jovens corimbos com até 30 centímetros de largura, planos, constituídos por um elevado número de flores individuais. A flores emitem uma fragrância distinta, percebida como fresca e frutada, típica das flores do sabugueiro (a mesma fragrância, embora de forma muito subtil, é emitida pelas folhas frescas quando esmagadas). As flores são brancas ou ligeiramente amarelado, geralmente pentâmeras (com cinco sépalas, cinco pétalas soldadas, cinco estames livres com anteras amarelas e três carpelos fundidos). Os três carpelos constituem os núcleos de formação das sementes. No entanto, uma pequena parte da flor também é tetrâmera. As flores são visitadas por moscas e himenópteros, que as polinizam. A frutificação ocorrem em Agosto e Setembro, com a produção de drupas, com cerca de 6 mm de diâmetro, inicialmente verdes mas que durante o processo de maturação adquirem uma coloração avermelhada que quando completamente maduras escurece para negro ou negro-azulado. As drupas, conhecidas quando maduras por sabugo, contêm três sementes minúsculas e são ricas em vitamina C e em potássio, produzindo um suco vermelho-escuro que causa nos têxteis nódoas de difícil lavagem. Quando os frutos amadurecem também as hastes em que se inserem desenvolvem uma coloração avermelhada. Os frutos são comestíveis por humanos depois de cozedura ou fermentação. Os frutos são consumidos e as sementes dispersas principalmente por aves, como os melros, os tordos e os estorninhos, mas também por alguns mamíferos. A sua utilização pelos humanos contribuiu para a sua disseminação generalizada pelas regiões temperadas e subtropicais. A planta pode atingir cerca de 20 anos de idade.
ORIGEM
Europa e \norte da Africa
Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sambucus_nigra
http://www.saude.ufpr.br/portal/medtrab/wp-content/uploads/sites/25/2016/08/Manual-de-Toxicologia-Cl%C3%ADnica_pdf.pdf
Formatação: Helio Rubiales



































