PLANTAS TÓXICAS


Em algum grau, toda planta apresenta alguma toxicidade, mas a denominação plantas tóxicas se aplica àquelas cuja ingestão ou contato provoca sintomas de intoxicação. A intoxicação consiste em uma série de efeitos sintomáticos produzidos quando uma substância tóxica é ingerida ou entra em contato com a pele, olhos ou mucosas . Pela diversidade dessas plantas que vivem ao nosso redor, como plantas ornamentais nas residências, nos jardins e parques, cultivadas ou na sua forma silvestre. Deste modo, fica evidente o risco de intoxicação tanto para o homem como para os animais. A importância do grupo das plantas tóxicas, não está somente nos riscos que possam causar, mas também dos benefícios que podem proporcionar , já que os princípios ativos são o que determina a ação de ambos os tipos, e há plantas medicinais que são tóxicas se ingeridas em excesso

ATENCÃO

AVISO IMPORTANTE

As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento e muito menos de diagnóstico. Consulte sempre um profissional da saúde nos locais aqui divulgados

PREVENÇÃO

1 - Mantenha as plantas venenosas fora do alcance das crianças e animais de estimação.

2 - Conheça as plantas venenosas existentes em sua casa e arredores pelo nome e características.

3 - Ensine as crianças a não colocar plantas na boca e não utilizá-las como brinquedos (fazer comidinhas, tirar leite, etc.).

4 - Não prepare remédios ou chás caseiros com plantas sem orientação médica.

5 - Não coma folhas, frutos e raízes desconhecidas. Lembre-se de que não há regras ou testes seguros para distinguir as plantas comestíveis das venenosas. Nem sempre o cozimento elimina a toxicidade da planta.

6 - Tome cuidado ao podar as plantas que liberam látex provocando irritação na pele e principalmente nos olhos; evite deixar os galhos em qualquer local onde possam vir a ser manuseados por crianças; quando estiver lidando com plantas venenosas use luvas e lave bem as mãos após esta atividade.

7 - Em caso de acidente, procure imediatamente orientação médica e guarde a planta para identificação.

8 - Em caso de dúvida ligue para o Centro de Intoxicação de sua região

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quarta-feira, 11 de julho de 2018

EVÕNIMO - Euonymus japonicus - Planta Toxica - 133





FAMÍLIA
Celastraceae
NOME CIENTÍFICO
Euonymus japonicus
SINONÍMIA
Cassine fortunei, Elaeodendron javanicum, Masakia japonica, Euonymus carrierei, Euonymus sinensis, Euonymus japonica
NOME POPULAR
Evônimo, Ivone, Evónimo, Barrete-de-padre, Evônimo-do-Japão; Evônimo-dos-jardins, Ivone-amarela, Brasileirinha
PARTE TÓXICA
PRINCÍPIO ATIVO
Evonimina, além de tanino
SINTOMATOLOGIA
A ingestão da planta pode causar desconforto gastro-intestinal
TRATAMENTO
Sintomático
DESCRIÇÃO BOTÂNICA
O evônimo é uma planta arbustiva, geralmente perenifólia, lenhosa e bastante ornamental por sua bela folhagem. Sua altura é variável, sendo que há cultivares anãs, de pouco mais de 30 cm e outras gigantes, que alcançam 3 metros. A ramagem é ereta e ramificada, com enfolhamento denso, compacto. As folhas são elípticas a ovaladas, opostas, cerosas, brilhantes, de margens serrilhadas e de cor verde escura na forma típica, incomum em cultivo. São muito mais conhecidas as cultivares de evônimo com folhas coloridas, entre essas podemos citar:
- ‘Aureus’, folhas verdes com uma grande mancha central amarela;
-‘Albomarginatus’, folhas verdes, com uma estreita margem branca;
-‘Bravo’, folhas verdes variegadas de das creme;
-‘Kathy’, folhas verdes, largas e variegadas de branco, de pequeno porte;
-‘Latifolius albomarginatus’, folhas verdes com ampla margem branca;
-‘President Gauthier’, folhas verde-escuras variegadas de branco-creme, ramagem menos compacta; -‘Pierrolino’, folhas jovens variegadas de branco.
As flores do evônimo tem pouca importância ornamental. Elas surgem na primavera e verão e são pequenas, de cor branca-esverdeada. Os frutos que se seguem são rosados, deiscentes, com grandes sementes alaranjadas.

ORIGEM
Ásia, China, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Japão

Fontes:
https://www.jardineiro.net/plantas/evonimo-euonymus-japonicus.html
http://www.saude.ufpr.br/portal/medtrab/wp-content/uploads/sites/25/2016/08/Manual-de-Toxicol
Formatação: Helio Rubiales

GLORIA-DA-MANHÃ - Ipomoea purpurea - Planta Toxica - 132







IPOMEA

FAMÍLIA
Convolvulaceas
NOME CIENTÍFICO
Ipomoea purpurea
SINONÍMIA
Ipomoea violacea, Ipomea purpura
NOME POPULAR
Gloria-da-manhã, Morning Glory, Bom-dia, Bons-dias, Campainha, Corda-de-viola, Corriola, Jetirana
PARTE TÓXICA
Sementes
PRINCÍPIO ATIVO
Triptamina , denominada amida de ácido lisérgico (LSA)

SINTOMATOLOGIA
Como o LSD, LSA é um psicadélico ou alucinogênio que pode causar fortes efeitos mentais. Dá uma experiência tranquila, sonhadora e tripante. Os seus efeitos primários são: estado sonhador, felicidade, capacidade de focagem e de interesse extremo em qualquer coisa que gostes, incapacidade de concentração em tarefas complexas tais como programação ou condução, e uma sensação extremamente ébria. causa fortes náuseas 

TRATAMENTO

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
A glória-da-manhã é uma trepadeira volúvel e anual, de rápido crescimento, excelente para cobrir rapidamente pequenas estruturas. Seu caule é herbáceo e delicado, recoberto por finos pelos amarronzados. Ele escala rapidamente o apoio oferecido, se enrolando em torno dele e alcançando de 2 a 3 metros de altura ou comprimento. Sua folhas são cordiformes ou trilobadas, verdes e muito vistosas. As flores surgem na primavera e verão, abrindo-se pela manhã e fechando-se ao entardecer. Elas são grandes, em forma de trompete e podem se apresentar nas cores branca, rosa, roxa ou azul, em tonalidades diversas e muitas vezes multicolores. O fruto é uma cápsula trivalva com sementes grandes e triangulares, que germinam com facilidade.

ORIGEM
América Central, América do Norte, América do Sul

Fontes:
 https://azarius.pt/smartshop/seeds-of-the-gods/seeds/morning_glory/ https://www.jardineiro.net/plantas/gloria-da-manha-ipomoea-purpurea.html
Formatação: Helio Rubiales

segunda-feira, 9 de julho de 2018

CALICANTO - Calycanthus spp.- Planta Toxica - 131

Flor



Folhagem

FAMÍLIA
Calycanthaceae

NOME CIENTÍFICO
Calycanthus spp.

SINONÍMIA
C. floridus,  C. occidentalis

NOME POPULAR
Calicanto

PARTE TÓXICA
Folhas

PRINCÍPIO ATIVO
Alcaloide semelhante à estricnina

SINTOMATOLOGIA (Efeitos da estricnina)
A rigidez muscular e os espasmos dolorosos precedem as contrações musculares generalizadas,
Os espasmos musculares podem lembrar a fase tônica de uma convulsão.
As vítimas também podem experimentar hiperacusia, hiperalgesia e aumento do estímulo visual. Ruídos repentinos ou outros estímulos sensoriais poderão desencadear as contrações musculares

MECANISMO DE TOXICIDADE (Estricnina)
A estricnina é um agonista competitivo da glicina, um neurotransmissor inibidor liberado pelos neurônios inibidores pós-sinápticos da medula espinal. A estricnina liga-se ao canal iônico do cloro, causando aumento da excitabilidade neuronal e arcos reflexos exagerados. Esse fato leva à contração muscular generalizada, de forma semelhante à convulsão. A contração simultânea dos músculos flexor e extensor oponentes causa lesão muscular grave, com rabdomiólise, mioglobinúria e, em alguns casos, insuficiência renal aguda

TRATAMENTO
Pronto atendimento, com procedimento específicos.

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
As plantas de Calycanthus são arbustos de folha caduca , crescendo de 1 a 4 m  de altura e largura. As folhas verdes brilhantes são opostas , inteiras, com 5 a 15 cm de comprimento e 2 a 6 cm de largura. A casca tem um cheiro forte de cânfora que é liberado quando as hastes são raspadas.  O cheiro permanece forte em galhos que foram armazenados por vários anos em um ambiente seco. As flores fortemente perfumadas são produzidas do final da primavera até o início do outono para C.occidentalis , e de abril a julho para C. floridus .  Eles têm de 4 a 7 cm de largura, com numerosas tartes de cor vermelho-escura a bordô a roxo-arroxeado. Típica da família Calycanthaceae , as flores não possuem sépalas e pétalas distintas, mas possuem espirais distintas de tepals. As flores em forma de lótus podem se assemelhar a uma pequena flor de magnólia . Eles são polinizados por besouros da família Nitidulidae .  A fruta é uma cápsula seca elíptica de 5 a 7 cm de comprimento, contendo numerosas sementes .

ORIGEM
China

Fonte:
en.wikipedia.or
http://www.saude.ufpr.br/portal/medtrab/wp-content/uploads/sites/25/2016/08/Manual-de-Toxicologia-Cl%C3%ADnica_pdf.pdf (pag. 231)
Formatação\: Helio Rubiales

ARISEMA - Arisaema spp. - Planta Toxica - 130



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FAMILIA
Araceae

NOME CIENTÍFICO
Arisaema spp.

SINONÍMIA
Arisaema candidissimum

NOME POPULAR
lírio de cobra listrado e o púlpito chinês no púlpito

PARTE TÓXICA
Toda a planta

PRINCÍPIO ATIVO
Cristais de oxalato de Cálcio

SINTOMATOLOGIA
Cristais insolúveis de oxalato de cálcio causam queimação oral imediata, dor e ardência em contato com as membranas mucosas. Poderá ocorrer edema dos lábios, da língua e da faringe. Em casos raros, o edema de glote poderá levar à obstrução da via aérea. Os sintomas geralmente se resolvem em poucas horas.
Oxalatos solúveis podem ser absorvidos para o interior da circulação, onde se precipitam com o cálcio, o que poderá ocasionar hipocalcemia aguda e insuficiência múltipla de órgãos, incluindo necrose tubular renal

MECANISMOS DE TOXICIDADE
Soluções de ácido oxálico são altamente irritantes e corrosivas. A ingestão e a absorção de oxalato causam hipocalcemia aguda resultante da precipitação do sal insolúvel oxalato de cálcio. Os cristais de oxalato de cálcio podem, em seguida, depositar-se no cérebro, no coração, nos rins e em outras regiões, causando lesão sistêmica grave

TRATAMENTO
Administrar solução de cálcio a 10% (cloreto ou gliconato) para contra-atacar a hipocalcemia sintomática.
Em caso de ingestão, diluir com água natural; não induzir vômito, nem administrar carvão. 

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
É geralmente descrito como crescendo a partir de tubérculos ,  embora a Enciclopédia AGS de Alpines diz que a maioria das espécies de Arisaema crescem a partir de cormos "frequentemente descritos erroneamente como tubérculos".  Ele não aparece acima do solo até o final da primavera ou início do verão (tipicamente junho nas Ilhas Britânicas). A inflorescência é produzida antes que as folhas se abram totalmente e tenham a forma aróide usual. As flores pequenas estão na base de uma espádice fina que é cercada por um spathe capuz. A espata tem 8–10 cm (3–4 in) de comprimento, em uma haste de cerca de 15 cm (6 pol) de altura. Varia na cor, tipicamente branco, frequentemente rosado ou branco-esverdeado ou creme, com listras verdes por fora e rosa por dentro. As folhas têm cerca de 30 cm (12 pol) de comprimento, com três lóbulos, cada um com até 20 cm (8 pol) de comprimento.

ORIGEM
China Ocidental

Fontes:

http://www.saude.ufpr.br/portal/medtrab/wp-content/uploads/sites/25/2016/08/Manual-de-Toxicologia-Cl%C3%ADnica_pdf.pdf (pag. 70)
Formatação e pesquisa: Helio Rubiales



domingo, 8 de julho de 2018

CHEFLERA - Schefflera arboricola - Planta Tóxica - 129





FAMÍLIA: Araliaceae
NOME CIENTÍFICO:Schefflera arboricola
                                                                      SINONÍMIA
NOME POPULAR : Cheflera, Cheflera-pequena
PARTE TÓXICA: Toda a planta
PRINCÍPIO ATIVO: Oxalato de Cálcio

SINTOMATOLOGIA
Dermatite de contato; Ingestão: Irritação gastrointestinal, vômito, diarreia, salivação e incoordenação motora. Pode ocorrer inflamação da língua, convulsão e respiração rápida e curta.

TRATAMENTO
Pronto atendimento, possível lavagem estomacal e tratamento sintomático.

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
Arbustos, Árvores, Árvores Ornamentais, Cercas Vivas  de clima Equatorial, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Tropical, atinge a altura de  3.0 a 3.6 metros. Tem um ciclo de vida perene. É um arbusto vigoroso que facilmente chega ao porte de árvore, de folhas separadas em 8 folíolos, verdes e brilhantes. A variedade variegada apresenta tonalidade verde e amarela. Planta muito rústica e pouco exigente que pode ser utilizada isolada em vasos ou em grupos como maciços ou cerca viva, com topiaria ou não, separando áreas no jardim. 
Na primavera produz inflorescências compostas de muitas florezinhas amareladas que formam frutos muito ornamentais. Para se desenvolver plenamente deve ser plantada em solo fértil com adubação orgânica e regada regularmente. Multiplica-se por sementes ou por estaquia.

ORIGEM: Ásia, Taiwan 

Fonte:
http://www2.baraodemaua.br/enic_anais/edicoes/2016/trabalhos2016/ENIC-2016-INGRID-MARISE-VIEIRA.pdf.
Jardineiro.net
Formatação: Helio Rubiales

sábado, 7 de julho de 2018

ANÁGUA-DE-VENUS - Brugmansia arborea - Planta Tóxica - 128







NÍVEL DE TOXICIDADE = 1









FAMÍLIA
Solanaceae

NOME CIENTÍFICO
Brugmansia arborea

SINONÍMIA
Datura arborea L., Datura cornigera Hook.,  Datura stramonium,
Brugmansia arborea (L.) Lagerh. ,  Brugmansia cornigera (Hook.) Lagerheim,  Brugmansia knightii Hort. ex Dun. , Datura speciosa Salisb.

NOME POPULAR
Enágua-de-vénus

PARTE TÓXICA
Todas as partes da planta

PRINCÍPIO ATIVO
Liberta  alcaloides  anticolinérgicos, uma poderosa toxina, contendo atropina, hiosciamina e escopolamina.

SINTOMATOLOGIA
O quadro clínico inicia-se rapidamente, começando com náuseas e vômitos pouco intensos. Logo a seguir surgem sintomas anticolinérgicos, caracterizados por pele quente, seca e avermelhada, secura das mucosas, principalmente bucal e ocular, taquicardia, midríase intensa, disúria, oligúria, distúrbios de comportamento, confusão mental e agitação psicomotora. O paciente passa repentinamente de uma atitude calma e passiva para grande agitação e agressividade, voltando subitamente à atitude anterior. As alucinações são freqüentes, principalmente as visuais. Nos casos mais graves, após este período, o intoxicado começa a apresentar progressiva depressão neurológica, com torpor e coma profundo, distúrbios cardiovasculares, respiratórios e óbito.
No caso do contato da seiva com os olhos, desenvolve-se midríase marcante, que pode ser confundidacom desordem neurológica (Norton, 1996; Schvartsman, 1979; Scavone & Panizza, 1980).

TRATAMENTO
A proteção do paciente aos perigos que seu comportamento agressivo possa levá-lo, acompanhado de lavagem gástrica precoce e enérgica, utilizando-se sonda de calibre suficiente para a passagem de restos do vegetal. A lavagem pode ser feita com água ou de preferência com soluções de permanganato de potássio ou de ácido tânico 4%. A hipertermia deve ser tratada com medidas físicas (bolsas de gelo, compressas úmidas, etc), pois os analgésicos são geralmente ineficazes. Sedativos diazepínicos ou barbitúricos podem ser utilizados no controle da agitação psicomotora muito intensa. Seu emprego deve ser cauteloso, pois podem potencializar o estado depressivo que segue a agitação psicomotora (Schvartsman, 1979). Fenotiazinas são contra-indicados devido as suas propriedades anticolinérgicas. A fisiostigmina é um antídoto eficaz, porém é necessária muita cautela na sua administração. A dose da fisiostigmina para adultos é de 2mg por injeção intravenosa, podendo ser repetida a cada 15 minutos. A dose nunca deve exceder 4mg em meia hora (Coremans et al., 1994). Correções dos distúrbios hidrelitrolíticos e metabólicos, juntamente com assistência respiratória adequada, completam o tratamento.

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
É uma planta arbustiva, herbácea, florífera e ornamental, conhecida por ser tão bela quanto venenosa. Ela é nativa da Ásia, mas naturalizou-se por diversos países, principalmente sob clima tropical. De ramagem ereta e ramificada, ela cresce de 0.9 até 3 metros de altura, mas tende a se espalhar mais horizontalmente do que na vertical. As folhas são ovaladas, geralmente glabras, simples, inteiras ou lobadas, alternas, de cor verde escura a ligeiramente azulada e liberam um aroma desagradável quando amassadas ou podadas. Floresce do meio do verão até o fim do outono, despontando flores terminais, solitárias, eretas , de flores pendentes. Elas são grandes, hermafroditas e possuem forma de trombeta, podendo ter uma corola simples, dupla ou tripla e se apresentam nas cores branca, perfumadas ou não, dependendo da cultivar. Cada flor se abre por apenas um dia, e são atrativas para mariposas noturnas, suas principais polinizadoras. Os frutos que se seguem são do tipo cápsula, redondos e nodosos, ao invés de espinhosos, como nas outras espécies do mesmo gênero. Eles são deiscentes, abrindo-se quando maduros em quatro valvas e liberando assim numerosas sementes.

ORIGEM
Dos Andes, Bolívia, Colômbia e Peru

Fontes:
http://www.saude.ufpr.br/portal/medtrab/wp-content/uploads/sites/25/2016/08/Manual-de-Toxicologia-Cl%C3%ADnica_pdf.pdf (Pag.129)
Pt.wikipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

sexta-feira, 6 de julho de 2018

ASCLÉPIA - Asclepias spp -Planta Tóxica - 127


NÍVEL DE TOXICIDADE - 1






FAMÍLIA
Apocynaceae

NOME CIENTÍFICO
 Asclepias spp

SINONÍMIA
Acerates Elliott,  Anantherix Nutt. , Asclepiodella Small , Asclepiodora A. Gray , Biventraria Small Esmeraldia E. Fourn., Oxypteryx Greene,  Podostemma Greene,  Podostigma Elliott,  Schizonotus A. Gray , Solanoa Greene , Trachycalymma (K. Schum.) Bullock

NOME POPULAR

PARTE TÓXICA
Toda a planta

PRINCÍPIO ATIVO
Substância leitosa contendo glicosídeos cardíacos chamados cardenolídeos

SINTOMATOLOGIA
A ingestão aguda de apenas 1 mg de digoxina por uma criança ou de 3 mg de digoxina por um adulto pode levar a concentrações séricas bem superiores à faixa terapêutica. Quantidades maiores que estas de digoxina e de outros glicosídeos cardíacos podem ser encontradas apenas em algumas folhas de oleandro ou luva-de-raposa. Em geral, crianças parecem ser mais resistentes do que adultos aos efeitos cardiotóxicos dos glicosídeos cardíacos.  A intoxicação poderá ocorrer após a ingestão aguda acidental, ou com fins suicidas, ou com a terapia crônica. Os sinais e os sintomas dependem da cronicidade da intoxicação.. Na superdosagem aguda, normalmente são observados vômito, hiperpotassemia e arritmias cardíacas. As bradiarritmias incluem bradicardia sinusal, parada sinoatrial, bloqueio AV de segundo ou terceiro graus e assistolia. As taquiarritmias incluem taquicardia atrial paroxística com bloqueio AV, taquicardia juncional acelerada, bigeminia ventricular, taquicardia ventricular, taquicardia ventricular bidirecional e fibrilação ventricular.

TRATAMENTO
Manter uma via aérea aberta e fornecer ventilação quando necessário  Monitorar o paciente com cuidado por pelo menos 12 a 24 horas após a ingestão significativa devido à distribuição lenta pelos tecidos. Administrar carvão ativado VO se as condições forem apropriadas . A lavagem gástrica não será necessária após ingestões leves a moderadas se o carvão ativado for administrado prontamente.
A hiperpotassemia branda poderá efetivamente proteger contra as taquiarritmias. 4. A hipopotassemia e a hipomagnesemia deverão ser corrigidas, pois poderão contribuir para a toxicidade cardíaca. 5. Tratar a bradicardia ou o bloqueio cardíaco com atropina, 0,5 a 2 mg, IV (p. 454). O marca-passo cardíaco transvenoso temporário poderá ser necessário nos casos de bradicardia sintomática persistente, porém como um marca-passo pode desencadear sérias arritmias em pacientes com toxicidade por digitálicos, ele não será recomendado, exceto após insuficiência ou indisponibilidade de anticorpos antidigoxina

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
Asclepias L. é um género botânico pertencente à família Apocynaceae. As asclepias são conhecidas pela sua seiva leitosa, que consiste de látex contendo alcalóides e outros compostos complexos. Sabe-se que algumas espécies são tóxicas.
Obs.Ç Carl Linnaeus nomeou o gênero após Asclépio , o deus grego da cura.

ORIGEM

Africa e Africa do Sul

Fontes:
http://www.saude.ufpr.br/portal/medtrab/wp-content/uploads/sites/25/2016/08/Manual-de-Toxicologia-Cl%C3%ADnica_pdf.pdf (Pag.219)
pt.wikmipedia.org
Formatação: Helio Rubiales

LIRIO-DO-VALE - Convallaria majalis - Planta Tóxica - 126







FAMÍLIA
Ruscaceae

NOME CIENTÍFICO
Convallaria majalis

SINONÍMIA

NOME POPULAR
Lírio-do-brejo, Convalária, Lírio-convale, Lírio-de-maio, Lírio-do-vale PARTE TÓXICA

PRINCÍPIO ATIVO
Glicosídeos cardíacos (p. 219)

SINTOMATOLOGIA
Na superdosagem aguda, normalmente são observados vômito, hiperpotassemia e arritmias cardíacas. As bradiarritmias incluem bradicardia sinusal, parada sinoatrial, bloqueio AV de segundo ou terceiro graus e assistolia. As taquiarritmias incluem taquicardia atrial paroxística com bloqueio AV, taquicardia juncional acelerada, bigeminia ventricular, taquicardia ventricular, taquicardia ventricular bidirecional e fibrilação ventricular

TRATAMENTO
Pronto atendimento
Manter uma via aérea aberta e fornecer ventilação quando necessário . Monitorar o paciente com cuidado por pelo menos 12 a 24 horas após a ingestão significativa devido à distribuição lenta pelos tecidos
Embora seja amplamente recomendado que o cálcio seja evitado em pacientes com toxicidade por glicosídeos cardíacos, devido ao fato de que estes piorarão as arritmias ventriculares, esse aviso se baseia em antigos e inconsistentes registros de casos não substanciados por estudos animais. O cálcio é o fármaco de primeira escolha para a toxicidade cardíaca potencialmente fatal devido à hiperpotassemia.  . A hiperpotassemia branda poderá efetivamente proteger contra as taquiarritmias. . A hipopotassemia e a hipomagnesemia deverão ser corrigidas, pois poderão contribuir para a toxicidade cardíaca. . Tratar a bradicardia ou o bloqueio cardíaco com atropina, 0,5 a 2 mg, IV  O marca-passo cardíaco transvenoso temporário poderá ser necessário nos casos de bradicardia sintomática persistente, porém como um marca-passo pode desencadear sérias arritmias em pacientes com toxicidade por digitálicos, ele não será recomendado, exceto após insuficiência ou indisponibilidade de anticorpos antidigoxina.

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
O lírio-do-Vale é uma planta herbácea, rizomatosa e de pequeno porte, alcançado cerca de 25 cm de altura. O rizoma é horizontal, espesso e responsável pelo espalhamento da planta. As folhas crescem aos pares, elas são muito largas, lisas, brilhantes e apresentam forma oval. Sua disposição ereta e sua leve concavidade facilitam o rápido escoamento da água até as raízes da planta. As florzinhas brancas, delicadas e perfumadas despontam pendentes em inflorescências eretas. Estas flores são cerosas, em forma de sino e formam-se na primavera. Ricas em néctar, elas são muito atrativas para as abelhas. Os frutos que se seguem à polinização são bagas pequenas e vermelhas, com sementes duras.

ORIGEM
Ásia, Europa

Fonte:

http://www.saude.ufpr.br/portal/medtrab/wp-content/uploads/sites/25/2016/08/Manual-de-Toxicologia-Cl%C3%ADnica_pdf.pdf.
www.jardinbeiro,net
Formtação: Helio Rubiales

LIRIO-DA-PAZ - Spathiphyllum wallisii - Planta Tóxica - 125




FAMÍLIA
Araceae

NOME CIENTÍFICO
Spathiphyllum wallisii

SINONÍMIA

NOME POPULAR
Lírio-da-paz, Bandeira-branca, Espatifilo

PARTE TÓXICA
Folhas

PRINCÍPIO ATIVO
Oxalato de Cálcio

SINTOMATOLOGIA
Irritação oral, prurido, irritação ocular, dificuldade de deglutição e até de respiração em casos mais graves. Pode ocorrer alteração da função renal e alterações neurológicas

TRATAMENTO

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
Branca como a neve, a flor deste lírio é muito especial, pois simboliza a paz. Com o tempo e em ambientes mal iluminados ela pode se tornar esverdeada. Sua folhagem verde escura e brilhante é muito bonita. O lírio-da-paz é de crescimento rápido no verão, e tem um belo volume. Pode ser plantada em vasos decorando interiores ou em maciços e bordaduras protegidas por muros, árvores ou outras coberturas.

ORIGEM
América do Sul, Colômbia, Venezuela

Fonte /www.jardineiro.net/plantas/lirio-da-paz-spathiphyllum-wallisii.html http://www2.baraodemaua.br/enic_anais/edicoes/2016/trabalhos2016/ENIC-2016-INGRID-MARISE-VIEIRA.pdf http://www.saude.ufpr.br/portal/medtrab/wp-content/uploads/sites/25/2016/08/Manual-de-Toxicologia-Cl%C3%ADnica_pdf.pdf
Formatação: Helio Rubiales

ARUM - Arum spp - Planta Tóxica - 124






FAMÍLIA
Araceae

NOME CIENTÍFICO
Arum spp.

SINONÍMIA

NOME POPULAR
lírios de arum, lírios de aro

PARTE TÓXICA
Todas as partes da plantas incluindo as bagas

PRINCÍPIO ATIVO
Contem  quantidades significativas de oxalato de cálcio como raphides

SINTOMATOLOGIA
A ingestão de qualquer parte da planta causa sensação de queimação e edema nos lábios, boca e língua, náuseas, vômitos, Imbé diarreia, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia. O contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.

TRATAMENTO
Sintomatico

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
São plantas perenes herbáceas , rizomatosas , com 20 a 60 cm de altura, com folhas sagitizadas (em forma de ponta de seta) com 10 a 55 cm de comprimento. As flores são produzidas em uma espádice , cercadas por uma espata colorida de 10 a 40 cm de comprimento, que pode ser branca, amarela, marrom ou roxa; algumas espécies são perfumadas, outras não. A fruta é um conjunto de bagas laranja ou vermelhas brilhantes.

ORIGEM
Nativas da Europa, Norte da África e Ásia Ocidental e Central, com a mais alta diversidade de espécies na região do Mediterrâneo.

Fontes:
en.wikipedia.org
http://www2.baraodemaua.br/enic_anais/edicoes/2016/trabalhos2016/ENIC-2016-INGRID-MARISE-VIEIRA.pdf
http://www.saude.ufpr.br/portal/medtrab/wp-content/uploads/sites/25/2016/08/Manual-de-Toxicologia-Cl%C3%ADnica_pdf.pdf
Formatação: Helio Rubiales

domingo, 1 de julho de 2018

TREVO-AMARELO - Melilotus spp. -Planta Tóxica - 123




FAMÍLIA
Oxalidaceae

NOME CIENTÍFICO
Melilotus  spp.

SINONÍMIA
Melilotus arvensis e Melilotus caerula

NOME POPULAR
Flor-de-feno, loto-de-mel, meliloto-amarelo, trevo-cheiroso, trevo-de-rei, trevo-doce, méliot (francês), sweet clover (inglês),

PARTE TÓXICA
Todas as partes da planta

PRINCÍPIO ATIVO
Glicosídeos cumarínicos

SINTOMATOLOGIA
A hemorragia decorrente da ingestão de trevo doce por bovinos e ovinos se deve ao dicumarol , substância presente nesse vegetal e que exerce ação antagonista à vitamina:  E , B12 , B1 e K

TRATAMENTO

BOTÂNICA
Herbácea, perene, de 15-20 cm de altura, reptante, estolonífera, muito florífera e com ramagem delicada de cor avermelhada. Folhas de três lobos, aveludadas, compostas, de pouco mais de 1 cm de comprimento, a folha possui um tom profundo de borgonha e são mais escuras em pleno sol. Flores pequenas, amarelas, de cinco pétalas. A garganta possui linhas finas borgonhas em perfeita harmônia com a borgonha da folhagem, são numerosas, solitárias, terminais e se projetam acima da folhagem. Surgem quase o ano todo, com mais intensidade na primavera-verão e atraem borboletas. O Trevo amarelo é uma planta rastejante, compacta, de crescimento rápido, tendendo a crescer mais em largura do que em altura, formando um tapete borgonha, salpicado de amarelo. Outras variedades de Oxalis spiralis vulcanicola, apresentam folhas de cores diferentes.

ORIGEM
America do Sul

Fontes:
http://www.medicinanatural.com.br.
http://www.saude.ufpr.br/portal/medtrab/wp-content/uploads/sites/25/2016/08/Manual-de-Toxicologia-Cl%C3%ADnica_pdf.pdf

SINGÔNIO - Syngonium angustatum - Planta Tóxica - 122





FAMÍLIA
Araceae

NOME CIENTÍFICO
Syngonium angustatum

SINONÍMIA

NOME POPULAR
Singônio,

PARTE TÓXICA
Seiva

PRINCÍPIO ATIVO
Oxalatode Cálciio

SINTOMATOLOGIA
A ingestão da seiva contendo  cristais insolúveis de oxalato de cálcio que podem causar dor forte e edema das membranas mucosas. Muitas plantas domésticas encontram-se nessa categoria.

TRATAMENTO


DESCRIÇÃO BOTÂNICA
O singônio é uma planta de folhagem muito decorativa. As folhas se alteram de acordo com a maturação da planta. Plantas jovens apresentam folhas simples, claras, com nervuras brancas e nas plantas adultas as folhas são subdividas e completamente verdes. Quando amadurecida produz flores de espata rosada e espádice de coloração creme de importância ornamental secundária.

ORIGEM
América Central, Nicarágua

https://www.jardineiro.net/plantas/singonio-syngonium-angustatum.html
https://www.google.com.br/imgres?imgurl=https://minhasplantas.s3.amazonaws.com/media/plantas/galeria/Syngonium-podophyllum-01.jpg&

Formatação: Helio Rubiales

JACINTO - Hyacinthus orientalis - Planta Tóxica - 121






FAMÍLIA
Hyacinthaceae

NOME CIENTÍFICO
Hyacinthus orientalis

SINONÍMIA

NOME POPULAR
Jacinto, Hiacinto, Hiacinto-de-jardim, Jacinto-comum, Jacinto-de-jardim, Jacinto-holandês

PARTE TÓXICA
Embora as flores sejam tóxicas, a parte mais perigosa para os gatos é o bulbo. Provoca transtornos digestivos como a irritação gastrointestinal, diarreia e vômitos.

PRINCÍPIO ATIVO

SINTOMATOLOGIA
O bolbo do Jacinto pode ser alérgico ao contacto para algumas pessoas e em circunstância alguma deve ser ingerido (atenção às crianças mais curiosas!) por causar fortes dores de estômago. O aroma, tão agradável para muita gente, chega a ser forte demais para outras pessoas, que podem sentir náuseas e dores de cabeça.

 TRATAMENTO

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
O jacinto é uma planta bulbosa e herbácea com uma belíssima floração na primavera. Seus bulbos são tunicados, podendo ser esbranquiçados ou arroxeados de acordo com a variedade. As folhas são espessas, brilhantes e longas e surgem em numero de quatro a seis na primavera. A inflorescência é ereta e simples, de formato cilíndrico, com numerosas flores cerosas, simples ou dobradas, duráveis e muito perfumadas, de cor rosa, azul, branca, vermelha, laranja ou amarela. Há mais de 60 variedades disponíveis. Chega a atingir a altura de  0.1 a 0.3 metros . Luminosidade: Sol Pleno Ciclo de Vida: Perene

CATEGORIA
Bulbosas

CLIMA
Continental, Mediterrâneo, Subtropical, Temperado

ORIGEM
África, Ásia, Europa


Fontes:

 www.jardineiro.net/plantas/jacinto-hyacinthus-orientalis.html

sábado, 30 de junho de 2018

ESTRELA-DE-BELEM - Ornithogalum umbellatum - Planta Tóxica - 120














NÍVEL DE TOXICIDADE = 1





FAMÍLIA
Asparagaceae

NOME CIENTÍFICO
Ornithogalum umbellatum

SINONÍMIA

NOME POPULAR
Estrela-de-belém, ornitogalo, neve-de-verão

PARTE TÓXICA

PRINCÍPIO ATIVO
Glicosídeos cardiácos

SINTOMATOLOGIA
Na superdosagem aguda, normalmente são observados vômito, hiperpotassemia e arritmias cardíacas. As bradiarritmias incluem bradicardia sinusal, parada sinoatrial, bloqueio AV de segundo ou terceiro graus e assistolia. As taquiarritmias incluem taquicardia atrial paroxística com bloqueio AV, taquicardia juncional acelerada, bigeminia ventricular, taquicardia ventricular, taquicardia ventricular bidirecional e fibrilação ventricular

TRATAMENTO
Pronto atendimento. Manter uma via aérea aberta e fornecer ventilação quando necessário (p. 1-7). 2. Monitorar o paciente com cuidado por pelo menos 12 a 24 horas após a ingestão significativa devido à distribuição lenta pelos tecidosTratar a hiperpotassemia (p. 37) com anticorpos específicos antidigoxina (ver a seguir); cálcio (gliconato de cálcio a 10%, 10 a 20 mL ou 0,2 a 0,3 mL/kg, ou cloreto de cálcio a 10%, 5 a 10 mL ou 0,1 a 0,2 mL/kg, lentamente, por via IV); bicarbonato de sódio, 1 mEq/kg; glicose, 0,5 g/kg, IV, com insulina, 0,1 UI/kg, IV; e/ou poliestireno sulfonato de sódio (Kayexalate), 0,5 g/kg, VO
Tratar a bradicardia ou o bloqueio cardíaco com atropina, 0,5 a 2 mg, IV (p. 454). O marca-passo cardíaco transvenoso temporário poderá ser necessário nos casos de bradicardia sintomática persistente, porém como um marca-passo pode desencadear sérias arritmias em pacientes com toxicidade por digitálicos, ele não será recomendado, exceto após insuficiência ou indisponibilidade de anticorpos antidigoxina

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
Planta perene bulbosa de altura em torno de 0,20 a 0,50 m, folhas surgindo diretamente do bulbo. São oblongas e lanceoladas cor verde vivo. As flores são brancas ou coloridas conforme a espécie e reúnem-se em bela inflorescência em forma de corimbo. Floresce da primavera até o verão, dependendo da região

ORIGEM
África do Sul, disseminada pela Europa e Oeste da Ásia

Fontes:
https://www.fazfacil.com.br/jardim/estrela-de-belem-ornithogalum/
http://www.saude.ufpr.br/portal/medtrab/wp-content/uploads/sites/25/2016/08/Manual-de-Toxicologia-Cl%C3%ADnica_pdf.pdf
Formatação: Helio Rubiales

CABELEIRA-DE-VELHO - Euphorbia leucocephala - Planta Tóxica - 119




FAMÍLIA
Euphorbiaceae

NOME CIENTÍFICO
Euphorbia leucocephala

SINONÍMIA
NOME POPULAR
Cabeleira-de-velho, Cabeça-branca, Cabeleireiro-de-velho, Flor-de-criança, Leiteiro, Neve-da-montanha

PARTE TÓXICA

Látex
Seu plantio deve ser evitado em áreas de circulação de crianças e animais domésticos pois é tóxica.
sua seiva tóxica pode irritar a pele

PRINCÍPIO ATIVO
Ésteres do forbol

SINTOMATOLOGIA
Lesão na pele e mucosas. Em contato com os olhos pode causar grande irritação, edema das pálpebras. Ingestão: queimaduras nas mucosas da boca e garganta, náuseas, vômito e diarreia

TRATAMENTO
Lavagem do local afetado

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
A cabeleira-de-velho é um arbusto semi-lenhoso e lactescente (de seiva leitosa) muito ornamental. Apresenta caule bastante ramificado e de casca marrom claro a acinzentado. Sua copa é arredondada e compacta e seu porte é pequeno, atingindo de 2 a 3 metros de altura. Suas folhas são elípticas, verdes e decíduas. As inflorescências do tipo umbela, surgem no outono e inverno. Elas são constituídas por pequenas flores brancas em forma de estrela circundadas por brácteas vistosas, de coloração branco-creme. É uma planta fantástica, de baixa-manutenção, que perde suas folhas no outono-inverno e floresce abundantemente, ficando completamente branca. Apesar de arbustiva, a cabeleira-de-velho pode ser conduzida como arvoreta, através de podas de formação.

ORIGEM
América Central

Fontes:
https://www.jardineiro.net/plantas/cabeleira-de-velho-euphorbia-leucocephala.html http://www.saude.ufpr.br/portal/medtrab/wp-content/uploads/sites/25/2016/08/Manual-de-Toxicologia-Cl%C3%ADnica_pdf.pdf
http://www2.baraodemaua.br/enic_anais/edicoes/2016/trabalhos2016/ENIC-2016-INGRID-MARISE-VIEIRA.pdf
Formatação: Helio Rubiales

sexta-feira, 29 de junho de 2018

MARAVILHA - Mirabilis jalapa - Planta Tóxica - 118



FAMÍLIA
Nyctaginaceae

NOME CIENTÍFICO
Mirabilis jalapa

SINONÍMIA
Mirabilis dichotoma L., Mirabilis odorata L., Nyctago jalapa (L.) DC

NOME POPULAR
Maravilha, Batata-de-purga, Beijos-de-frade, Bela-noite, Belas-noites, Boa-noite, Bonina, Jalapa, Jalapa-do-mato, Jalapa-falsa, Maravilha-de-forquilha

PARTE TÓXICA
Sementes e raízes

PRINCÍPIO ATIVO
As sementes possuem efeitos alucinógenos; dermatite, desconforto GI

SINTOMATOLOGIA

TRATAMENTO

DESCRIÇÃO BOTÂNICA
A maravilha é um belo arbusto perene, muito florífero e de raízes tuberosas. Apresenta caule ramificado, ereto e de textura herbácea, com cerca de 70 cm de altura. Suas folhas são lanceoladas, opostas, verdes e com nervuras mais claras. As flores são em forma de trombeta, hermafroditas, solitárias ou em pequenos grupos e apresentam as mais variadas cores, como o amarelo, o rosa e o vermelho, inclusive manchadas e listradas. Elas desabrocham em dias nublados ou à noite e permanecem abertas pela manhã, atraindo insetos, seus polinizadores. A floração ocorre na primavera e verão. A maravilha é uma planta muito rústica e fácil de cultivar. Presta-se para a formação de maciços, bordaduras e conjuntos, assim como pode ser plantada em vasos, jardineiras e cestas. Apresenta folhagem de aspecto denso e bonito, mesmo que esteja sem flores. As flores acrescentam um colorido vibrante ao jardim e exalam um perfume suave. É habitual plantá-la próximo às portas e janelas. Como é resistente à salinidade, também podemos aproveitar esta florífera em jardins litorâneos.

ORIGEM
América Central, América do Norte, América do Sul Fontes: https://www.jardineiro.net/plantas/maravilha-mirabilis-jalapa.html
Formatação: Helio Rubiales